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Helbor (HBOR3) reporta lucro líquido de R$55,5 mi no 4º tri, alta de 90,4%

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Helbor (HBOR3) reporta lucro líquido de R$55,5 mi no 4º tri, alta de 90,4%
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Helbor (HBOR3) reporta lucro líquido de R$55,5 mi no 4º tri, alta de 90,4%

A Helbor (HBOR3) reportou lucro líquido de R$ 55,5 milhões no quarto trimestre de 2020, alta de 90,4% ante igual período do ano anterior, conforme relatório encaminhado ao mercado .

De acordo com o documento, a receita operacional líquida da empresa caiu 52,7% no período, acumulando R$ 212,6 milhões. No ano, o valor ficou em R$ 973,8 milhões, queda de 24,6%.

Já o Ebtida, valor de geração de caixa, ficou em R$ 31 milhões, enquanto a margem Ebitda atingiu 14,6%.

O valor de vendas total (VGV) de lançamentos atingiu R$ 433,4 milhões.

“No ano de 2020 lançamos 7 empreendimentos totalizando R$ 649 milhões, dos quais R$ 396 milhões Parte Helbor. Do total de lançamentos, 5 foram realizados no 4º trimestre de 2020 (sendo 3 no final do mês de novembro e 2 em dezembro), atingindo R$ 433 milhões de VGV, sendo Parte Helbor de R$ 259 milhões”, afirmou a empresa.

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Helbor (HBOR3) reporta lucro líquido de R$55,5 mi no 4º tri, alta de 90,4%

Helbor

Dia 1º de março a companhia havia divulgado o lançamento de seu primeiro empreendimento de 2021: o Helbor Patteo Klabin em São Paulo. Com 50% das unidades vendidas, esta primeira fase do projeto dá início ao ciclo de lançamentos de 2021 previsto no guidance do ano.

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O Valor Geral de Vendas total é de R$ 124,5 milhões / Parte Helbor: 60%. A previsão de entrega é 2024.

Em se tratando dos dados operacionais, na mesma data havia informado que as Vendas Brutas Totais de 2020 atingiram R$ 1,446 bilhão, redução de 16% frente ao ano anterior. Já as vendas Parte Helbor totalizaram R$ 960 milhões, volume 22% menor do que em 2019.

Em 2020 a incorporadora lançou sete empreendimentos totalizando R$ 649 milhões, dos quais R$ 396 milhões Parte Helbor.

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Relatório aponta crescimento da arrecadação em 25 estados e no DF

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Espirito Santo é o único estado que apresentou dados negativos na pesquisa
EBC

Espirito Santo é o único estado que apresentou dados negativos na pesquisa

A arrecadação ao longo dos primeiros quatro meses de 2021 subiu em 25 estados e no Distrito Federal , na comparação com o mesmo período do ano passado. Apenas o Espírito Santo não registrou crescimento de receita. Os dados constam no Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO) com foco nos estados e DF, divulgado nesta segunda-feira (21) pelo Tesouro Nacional .

Segundo o relatório, as maiores altas de arrecadação do primeiro quadrimestre ocorreram em Roraima (31%), Rio Grande do Norte (27%), Piauí (25%), Goiás (24%), Sergipe (24%), Alagoas (23%) e Mato Grosso (23%).

Em relação às despesas, também houve crescimento, mas em 21 das unidades da federação. Os maiores crescimentos foram registrados no Maranhão (32%) e Amapá (23%). Nestes dois estados, inclusive, as despesas superaram o crescimento das receitas, que foram 19% e 7%, respectivamente.

O relatório aponta que houve redução ou estabilidade das despesas em 6 estados, na comparação entre o primeiro quadrimestre deste ano e o mesmo período do ano passado. A maior queda na despesa ocorreu no Espírito Santo (-10%), seguido de São Paulo (- 6%), Rio Grande do Sul (- 3%) e Alagoas (-1%). No Tocantins e no Paraná, as despesas ficaram estáveis (crescimento zero) entre os dois períodos comparados.

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A publicação também apresentou o resultado orçamentário dos estados, que corresponde à diferença entre as receitas realizadas e as despesas liquidadas em relação à Receita Corrente Líquida (RCL). No primeiro quadrimestre de 2021, a mediana do resultado orçamentário dos estados ficou em 20%. No mesmo período de 2020, a mediana havia sido de 14% da RCL.

Composição das despesas

O RREO do primeiro quadrimestre de 2021 mostra a composição das principais despesas dos estados e o DF em relação à receita total. Ao todo, 19 estados gastam mais da metade de suas receitas com pagamento de pessoal e encargos sociais . O maior percentual é do Rio Grande do Norte, que compromete 70% das receitas com pagamento de pessoal, seguido por Rio Grande do Sul (69%), Mato Grosso do Sul (63%) e Tocantins (60%). Os estados que gastam menos com pessoal, em relação à receita total arrecadada são: Roraima (40%), São Paulo (44%), Maranhão (45%), Ceará (46%) e Espírito Santo (46%).

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O relatório aponta ainda o grau de dependência das transferências de recursos federais na composição das receitas dos estados. A unidade da federação que apresenta mais dependência das transferências é o Acre, que possui 20% de receitas próprias e 80% de transferências correntes na sua receita total. Na outra ponta, São Paulo é o estado em que a composição das receitas tem 7% de transferências e 93% de receitas próprias.

Publicado a cada dois meses pelo Tesouro Nacional, o Relatório Resumido de Execução Orçamentária apresenta as informações fiscais consolidadas de cada ente da República Federativa do Brasil. Segundo o órgão, os dados foram extraídos do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro, mantido pelo Tesouro, no 1º de junho.

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