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Internacional

Homem que deu tapa em presidente da França é condenado a 4 meses de prisão

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Macron leva tapa de manifestante
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Macron leva tapa de manifestante

 Damien Tarel, manifestante que deu um tapa na cara no presidente da França , Emmanuel Macron , na última terça-feira (8), foi condenado a 18 meses de prisão pelo tribunal francês.

Todavia, por não ter antecedentes criminais, Tarel irá cumprir 4 meses na cadeia .  

A promotoria disse que o ato do agressor foi um “ato deliberado de violência”, que por sua vez, disse ter feito no impulso. 

Durante o julgamento, Damien foi questionado pelo motivo que atacou o presidente francês, e revelou que tinha pensado em jogar um ovo ou uma torta em Macron. “Quando eu vi aquele olhar amigável, mentiroso, que me buscou como eleitor, fiquei cheio de nojo”, disse ao tribunal. 

“Eu acredito que o Macron representa muito bem a decadência do nosso país”, disse. “Se eu tivesse desafiado Macron para um duelo ao nascer do Sol, eu duvido que ele teria aceitado”, finaliza o homem preso, que segundo informações, é um entusiasta da monarquia.

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Confira o vídeo da agressão:


Vitima da agressão, Macron, que não denunciou Damien, disse que o fato foi um “caso isolado”, e chamou o agressor de “pessoa ultraviolenta ”.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

G7 exige ação da Rússia contra crimes cibernéticos e “atividades malignas”

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 G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos
Reprodução/Flickr

G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos

O G7 , grupo dos sete países mais industrializados do mundo, exigiu neste domingo (13) que a Rússia tome medidas contra os que fazem ataques cibernéticos e usando ransomware a partir do país. O ransomeware é um ataque que restringe o acesso ao sistema infectado com uma espécie de bloqueio e cobra um resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido.

A reprimenda veio em um comunicado emitido após uma cúpula de três dias entre líderes do G7 no Reino Unido, que também pediu que Moscou “pare com seu comportamento desestabilizante e atividades malignas” e conduza uma investigação sobre o uso de armas químicas em território russo.

O comunicado diz que a Rússia precisa “responsabilizar aqueles que, dentro de suas fronteiras, conduzem ataques ransomeware, abusam de moedas virtuais para lavar dinheiro e outros crimes cibernéticos”. 

A questão está sob os holofotes após um ataque virtual ao Colonial Pipeline, maior tubulação de combustíveis dos Estados Unidos, e outro que interrompeu as operações norte-americanas e australianas do frigorífico JBS. 

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A nota do G7 pede ações mais amplas contra ataques cibernéticos. “Pedimos que os estados identifiquem e interrompam redes criminosas de ransomware que operem de dentro de suas fronteiras e responsabilizem essas redes por suas ações”, diz o documento. 


O pedido por investigação sobre uso de armas químicas vem após o crítico do Kremlin Alexei Navalny ser atendido na Alemanha, com médicos alemães informando que foi um envenenamento com um agente nervoso de uso militar. Navalny acusa Putin de ordenar o envenenamento, mas o Kremlin nega as acusações. 

Fonte: IG Mundo

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