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Política MT

João Batista apoia criação de escolas militares em Mato Grosso

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Foto: LUCIENE LINS

O deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros) prestigiou a cerimônia de posse dos diretores das escolas militares recentemente criadas em Mato Grosso. O evento foi realizado na manhã desta segunda-feira (22), no auditório da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) em Cuiabá. 

Na oportunidade, o parlamentar declarou apoio à criação das escolas militares e afirmou que a educação militar é um importante caminho para prevenir a criminalidade no estado. “Entendo que as escolas cívico-militares são de grande valia para a sociedade, especialmente em comunidades com histórico de conflitos. Elas ensinam ao aluno a forma de se uniformizar corretamente, ter asseio com seus pertences, sem falar no aprendizado sobre respeito, hierarquia e disciplina”, destacou João Batista.

De acordo com o secretário estadual de Educação, Alan Porto, as quatro novas unidades escolares ficam nos municípios de Barra do Garças, Cáceres, Tangará da Serra e Várzea Grande, em estruturas já existentes, onde funcionavam escolas regulares. Segundo ele, a coordenação pedagógica e os professores continuam de responsabilidade da Seduc-MT.

“Cada uma dessas escolas terá a direção de um policial militar, mas a coordenação pedagógica continua de responsabilidade da Seduc-MT. Além de professores da rede estadual de ensino, as unidades terão uma assessoria militar que ficará responsável pelas atividades cívicas e auxílio na parte pedagógica”, enfatizou Alan.

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Foto: LUCIENE LINS

Mato Grosso tem, atualmente, 12 escolas militares, em 12 cidades. Além das quatro aprovadas entre 2020 e 2021, outras sete foram criadas entre os anos de 2017 e 2019. Antes, existia somente a tradicional E.E. da Polícia Militar Tiradentes, criada em 1986, em Cuiabá.

As escolas militares se destacam nas notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e prezam conceitos como respeito e disciplina. Além das escolas militares, Mato Grosso tem ainda uma unidade cívico-policial, a E.E. Presidente Médici, em Cuiabá, que neste ano passa a ter gestão compartilhada entre a Seduc-MT e a Polícia Rodoviária Federal (PRF-MT).

As quatro novas escolas militares criadas são:

1- E.E. da Polícia Militar Tiradentes SD PM Vanilson da Silva Carvalho, em Barra do Garças (antiga E.E. São João Batista). Diretor: tenente-coronel PM RR Naildo Guedes Lima;

2- E.E. Natalino Ferreira Mendes e Escola da PM Tiradentes CB PM RR David Maciel de Campos, em Cáceres. Diretor: 2º tenente Paulo Pinto do Nascimento Jatobá;

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3- E.E. da Polícia Militar Tiradentes 1º Tenente PM Salomão Fernandes Ferreira Piovesan, em Tangará da Serra (antiga E.E. Emanuel Pinheiro). Diretor: capitão Márcio Pereira da Silva;

4- E.E. da Polícia Militar Tiradentes Tenente-Coronel PM Louirson Rodrigues Benevides, em Várzea Grande (antiga E. E. Nadir de Oliveira). Diretor: tenente-coronel PM RR Edivaldo Souza de Oliveira.

Fonte: ALMT

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Política MT

Empresas que descumprirem medidas de enfrentamento à pandemia poderão ser cassadas em MT

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O Projeto de lei nº 146/2021 estabelece cassação da inscrição estadual de empresas que descumprirem as medidas sanitárias de enfrentamento à pandemia do coronavírus (Covid-19) em Mato Grosso. O empresário deve continuar exigindo o uso de máscara de proteção individual dentro do estabelecimento comercial e evitar aglomerações.

Para o deputado estadual Dr. Gimenez (PV), o Brasil vive um momento delicado com mais de 1,5 mil mortes em 24 horas, na última semana de fevereiro, atingiu a marca de 250 mil mortes. Em Mato Grosso, a situação também é alarmante, com cerca de 5 mil mortes, uma média diária de 40, e a taxa de ocupação de 70% das UTIs adulto.

“É importantíssimo que todos colaborem, não é um momento de relaxar as regras de proteção. Nossa proposta é fazer um esforço conjunto entre estado e municípios para intensificar a fiscalização e o cumprimento das medidas em todas as atividades. Temos que valorizar a economia e também as vidas, para que não sejamos surpreendidos com um novo fechamento do comércio”.

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O dispositivo considera ato lesivo ao enfrentamento da emergência de saúde pública toda ação ou omissão, voluntária ou não, que viole protocolos e normas que se destinem à promoção, preservação e recuperação da saúde no combate da pandemia, o que compreende fiscalizar a utilização da máscara, do distanciamento entre as pessoas e a não aglomeração.

Além disso, as empresas precisam disponibilizar álcool gel 70% para uso próprio dos funcionários e dos consumidores em todas unidades comerciais; auxiliar na organização das filas dentro e/ou fora do estabelecimento, garantindo o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre as pessoas; e cumprir rigorosamente o comunicado de isolamento domiciliar determinado por profissional de saúde.

“Só teremos a dispensa no uso da máscara para crianças com menos de 3 anos de idade, bem como no caso de pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, com deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado, conforme declaração médica que poderá ser obtida e apresentada por meio digital”.

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O parlamentar acrescenta que diversos municípios voltaram a estar na lista de alerta máximo para a proliferação doença e retomaram o toque de recolher no período noturno. “Infelizmente temos acompanhado muitos estabelecimentos insistindo em desrespeitar as determinações do poder público, causando aglomerações e certamente colaborando com a disseminação desta nefasta doença que nos aflige”.

Fonte: ALMT

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