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Economia

Justiça reconhece motorista como funcionário da Uber e pede salário de R$ 3 mil

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Motorista deve receber R$ 3 mil por mês trabalhado
Lorena Amaro

Motorista deve receber R$ 3 mil por mês trabalhado

O Tribunal Regional do Trabalho da 15ª região (TRT-15) decidiu condenar a Uber a pagar R$ 3 mil por mês para um motorista que trabalha pela plataforma. A Justiça entendeu que haver vínculo empregatício entre a empresa e o autônomo e ressaltou que os clientes eram da Uber e não do motorista.

A indenização deve ser paga referente aos meses trabalhados pelo motorista na plataforma. De acordo com o processo, o homem usou o aplicativo de agosto de 2017 a julho de 2018 e de julho a setembro de 2019.

Os juízes ainda entenderam que os motoristas não sabem o valor que ganha nas corridas e trabalham a favor alheio, pois não podem escolher o valor da viagem.

O caso deve voltar à primeira instância, que negou o pedido anteriormente, que irá reanalisar o processo.

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Em nota, a Uber informou que irá recorrer da decisão e ressaltou que há entendimentos jurícos que impedem o vínculo entre a empresa e motoristas. A Uber ainda disse que motoristas são parceiros e não empregados ou prestadores serviço à Uber. Para justificar, a empresa afirmou a possibilidade de escolha de horários, liberdade para aceitar ou não as viagens e não cumprimento de metas. 

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Brasil é o 2º país com maior mal-estar socioeconômico, aponta estudo

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Brasil é o 2º país com pior mal-estar econômico, segundo levantamento de pesquisador do Ibre-FGV
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Brasil é o 2º país com pior mal-estar econômico, segundo levantamento de pesquisador do Ibre-FGV

Entre os 38 países-membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) , em que o Brasil é uma nação convidada, o país ocupa a 2ª posição no índice de mal-estar socioeconômico. Isto porque o desemprego recorde e a inflação alta impulsionaram esta colocação. O levantamneto foi feito pelo professor Daniel Duque , do Ibre-FGV (Instituto Brasileiro de Ecomia da Fundação Getúlio Vargas) , e foi publicado pelo O Globo

Segundo o estudo do pesquisador, no primeiro trimestre de 2021, a taxa de desconforto no Brasil chegou a 19,83%, ficando atrás da Turquia apenas, que registrou 26,27% no fim do quatro trimestre de 2020. Outros países vêm em seguida, como Espanha (16,09%), Colômbia (15,63%), Grécia (14,08%) e Chile (13,42%).

Este índice de mal-estar socioeconômico leva em conta duas situações: o mercado de trabalho e o nível de preços. O Brasil registrou uma taxa de desemprego de 14,7%, o que corresponde a 14,8 milhões de pessoas sem trabalho no último trimestre deste ano. Por outro lado, o Produto Interno Bruto (PIB) do país apresentou uma melhora, ficando em 1,2%.

“A economia está em situação aparente de melhora, mas a população está em mal-estar. A recuperação tem sido puxada por agropecuária e indústria, que empregam menos”, disse Duque ao jornal. 

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