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Política Nacional

Lewandowski suspende andamento de últimas investigações da Lava-Jato contra Lula

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Ricardo Lewandowski
Nelson Jr./SCO/STF

Ricardo Lewandowski


O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu a um pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e decidiu que nenhuma novo ato de investigação pode ser praticado no caso do imóvel para o Instituto Lula e doações para o Instituto Lula, que foram transferidos para a Justiça Federal do Distrito Federal após o reconhecimento da incompetência da 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba para julgar os processos referentes ao petista.

A decisão desta terça-feira é liminar — ou seja, provisória — e, além de barrar novas diligências, impede que sejam usadas as investigações que já haviam sido praticadas anteriormente nos casos envolvendo o ex-presidente.

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Lewandowski observou que embora ainda não tenha ocorrido a ratificação da denúncia sobre a sede do Instituto Lula, “salta à vista que, quando o Supremo Tribunal Federal declarou a incompetência do ex-juiz Sérgio Moro para o julgamento de Luiz Inácio Lula da Silva, reconheceu também, implicitamente, a incompetência dos integrantes da força-tarefa Lava Jato responsáveis pelas investigações e, ao final, pela apresentação da denúncia”.


“Este quadro fático empresta plausibilidade ao direito invocado pelo reclamante, considerado o risco iminente de instauração de nova persecução penal, ou mesmo de imposição de medidas cautelares diversas, utilizando-se como fundamento os fatos aqui discutidos com ampla verticalidade, quais sejam, o amplo e irrestrito uso do Acordo de Leniência da Odebrecht e dos elementos de prova oriundos de tal pacto de cooperação”, afirmou o ministro do STF.

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Política Nacional

José de Abreu: ‘Não tenho que me arrepender ou pedir desculpas’

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O ator José de Abreu
Reprodução/redes sociais

O ator José de Abreu

O ator José de Abreu se pronunciou publicamente depois do episódio envolvendo a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) . Pelo Twitter, ele retuitou uma mensagem onde um usuário ameaçava a deputada fisicamente. O retuite é a ferramenta que possibilita o compartilhamento de uma mensagem escrita por terceiros.

“Se eu encontro na rua, soco até ser preso”, escreveu o usuário em uma matéria postada pelo iG .

Pelo Twitter, o José de Abreu disse não sentir necessidade de pedir desculpas para a deputada, já que o compartilhamento de uma mensagem por retuíte “nunca significou apoio ou concordância”.

“Eu não tenho do que me arrepender ou pedir desculpas. RT para mim nunca significou apoio ou concordância. Dou RT em vários posts com os quais não concordo, como uma maneira de ampliar. Esta ferramenta é assim. Sempre foi assim e assim será. Já RT em várias espécies de fascistas”, escreveu.

“Os ataques que recebi de Mario Frias, Alessandro, Noblat et caterva, que tem as mãos sujas do sangue de 600 mil brasileiros, só me deixam mais certo de que estou, como sempre estive, do lado dos menos favorecido. Contra a violência da fome, apenas minha palavra: canalhas”, continuou.

Ele questionou os posicionamentos adotados pela deputada nas votações da Câmara, voltou a atacá-la, dizendo que ela “defende os que defendem a fome”.

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No domingo, depois de falar sobre o centenário de nascimento de Paulo Freire, patrono da educação brasileira, Zé de Abreu já tinha comentado o assunto pela primeira vez, negando que o retuíte fosse um endosso à ameaça. “Aprendam a usar esta ferramenta: dar RT pode significar denúncia e não apenas apoio. Depende de quem o faz. Bom domingo a todos com @LulaOficial e Paulo Freire na cabeça”, postou.

Tabata criticou o ator, prometeu medidas cabíveis. “A ameaça não vai me calar, isso é certo. Mas aproveito a oportunidade para fazer um convite à reflexão, para que não deixemos a intolerância, mesmo a mais sutil ou invisível, tomar conta da política brasileira. Somos melhores do que isso. A violência política é a razão pela qual milhares de mulheres nem ousam se candidatar pra começar. Escuto isso todos os dias. Ninguém é obrigado a conviver com isso. Tomarei as medidas judiciais cabíveis, mas, de novo, ñ é a justiça sozinha que dará conta de resolver o problema”.

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