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Economia

Mandetta diz que Guedes foi “burro” na condução da pandemia

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Ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta
O Antagonista

Ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta

O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta , em entrevista à Folha de São Paulo, criticou a dicotomia criada pelo titular do ministério da Economia, Paulo Guedes . Segundo ele, Guedes, foi ” burro ” e criou “falso dilema” entre saúde e economia. 

Ministro da Saúde de 1º de janeiro de 2019 a 16 de abril de 2020, Mandetta afirmou que “Paulo Guedes é o responsável por não gerir a economia sincronizado com a saúde” e que ministro perdeu o ” timing “.

Ainda de acordo com ele, Guedes além de indicar Nelson Teich, foi responsável pela sabotagem ao breve ex-ministro da Saúde. 

Auxílio emergencial

A preocupação com o teto de gastos fez com que Guedes limitasse o auxílio emergencial a R$ 600. Para Mandetta, ainda assim o Orçamento “explodiu”, e a culpa disso foi o ministro da Economia ” não escutar “. 

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“Perdeu toda sua equipe. Depois deixou quatro meses sem auxílio e assistiu Pazuello [Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde] fazendo nada. E fez nada junto. Sentou em cima da vacina e jogou fora o ano econômico. Agora perde cada vez mais a credibilidade ao querer ensinar ao Congresso o que fazer com o pesadelo que ele mesmo criou. Não entrega nada. É apenas um lastimável animador de mercado”, afirmou Mandetta na entrevista.




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Economia

Não há risco de racionamento de energia em 2021, diz MME

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Mesmo com a crise hídrica enfrentada pelo Brasil este ano – o país passa pelo pior nível de chuvas dos últimos 91 anos – não há indicação de falta de recursos para o atendimento da carga de energia do país em 2021. A informação foi dada pelo secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia (MME), Christiano Vieira da Silva em entrevista ao programa A Voz do Brasil.

Silva disse que a região Sudeste, responsável por 70% da capacidade de armazenamento do Brasil, está com apenas 26% de sua capacidade. Acrescentou que a bacia mais atingida é a do Rio Paraná e seus afluentes, como o Tietê e o Paranaíba.

Por conta desse cenário o secretário explicou, que, desde outubro de 2020, o Organizador Nacional do Sistema (ONS) já vinha recomendando a complementação de energia por meio do acionamento das usinas termelétricas. “E nós estamos despachando energia termelétrica desde então”, disse. Além desta medida o governo também vem adotando outras como a importação de energia de países vizinhos, facilitação da oferta por parte de usinas sem contrato, e geração excedente de usinas à biomassa. Segundo Silva, o objetivo é chegar em novembro – fim do período de seca – em condições adequadas. Até lá, as termelétricas deverão continuar sendo utilizadas.

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O secretário de Energia falou sobre as atitudes que o brasileiro pode tomar para ajudar na economia de energia elétrica como desligar a luz dos cômodos que não estão sendo utilizados, fechar a porta do cômodo que utiliza ar-condicionado ou aquecedor, evitar abrir a geladeira desnecessariamente. “São pequenos gestos, dentro de casa mesmo, que o consumidor pode fazer e que não vai atrapalhar em nada a rotina dele”, diz.

Edição: Valéria Aguiar

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