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Internacional

Menino é atacado por seis pitbulls e tem 60% do couro cabeludo arrancado

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Menino com curativo na cabeça em cama de hospital
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Garoto retornava de loja de doces quando foi atacado por seis cachorros

Um menino de cinco anos sobreviveu a um ataque de seis pitbulls na Jamaica e teve 60% do couro cabeludo arrancado. O garoto, identificado como Mickele Allen, voltava para casa de uma loja de doces e foi encontrado pelo irmão enquanto ainda era atacado pelos cachorros.

Segundo informações do The Sun, a gravidade do caso fez Allen ser transferido para um hospitam em Nova York, nos Estados Unidos.

Após passar por um procedimento de reconstrução de cerca de nove horas, o chefe de cirurgia plástica do Montefiore Medical Center, Evan Garfein, deu mais detalhes sobre os ferimentos do menino.

O médico explicou que o garoto se machucou na “maior parte de sua testa, sua orelha esquerda, parte de sua bochecha esquerda” e que ainda teve “ferimentos graves em ambos os braços e ambas as pernas”.

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Para que o transporte à cidade de Nova York fosse possível, Garfein, após tomar conhecimento do caso do pequeno, organizou uma campanha de arrecadação no valor de 250 mil dólares, o equivalente a mais de R$ 1,3 milhões.

Apesar do susto e do quadro estável, Mickele ainda deve ser submetido a outros procedimentos. “Ele está se recuperando muito rápido, está comendo, está falando, ele é simplesmente incrível, incrível. Estou tão emocionada”, disse a mãe dele.

Fonte: IG Mundo

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Protesto contra medidas de controle à Covid-19 tem confronto em Paris; assista

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Protesto contra medidas de controle à Covid-19 tem confronto em Paris
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Protesto contra medidas de controle à Covid-19 tem confronto em Paris

Manifestantes entraram em confronto com a polícia em Paris durante protesto contra novas medidas do governo francês para controlar o avanço de casos de Covid-19, em especial a expansão da obrigatoriedade do passe sanitário a pessoas vacinadas ou com testes negativos da doença, e que será exigido em locais como museus, aviões e restaurantes.

Além da capital francesa, os atos ocorreram em 168 cidades e levaram 160 mil pessoas às ruas, de acordo com o Ministério do Interior. Eles contaram com a participação de lideranças ultranacionalistas, como Florian Philippot, vice-presidente da Frente Nacional (extrema direita), sigla de Marine Le Pen, e dos “coletes amarelos”, que ganharam notoriedade em atos contra o governo de Emmanuel Macron desde 2018.

Em Paris, o protesto reuniu cerca de 11 mil pessoas — menos do que o ato da semana passada. Os manifestantes traziam cartazes chamando as medidas defendidas por Macron de afronta à liberdade individual e as comparando a um regime de apartheid. Em discurso, Philippot chamou o presidente francês de “tirano”.

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Ao final do protesto, houve confronto com a polícia em vários pontos da capital francesa — balas de borracha e bombas de gás foram usados em alguns casos extremos, como na estação Saint-Lazare e nos arredores da avenida Champs Elysées. Não foram informados números sobre prisões ou feridos.

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Há cerca de duas semanas, o presidente Emmanuel Macron anunciou um novo pacote de medidas para tentar impulsionar a vacinação contra a Covid-19 e conter o avanço da variante Delta, hoje responsável pela maior parte das infecções no país. Neste sábado, foram confirmadas 22 mortes e 25.624 novos casos — no começo do mês, o número estava perto de dois mil casos diários.

Entre as ações, está a obrigatoriedade da vacinação de profissionais do setor da saúde, que prevê a suspensão do pagamento a quem não se imunizar até meados de setembro, e a mais incisiva delas, a expansão do passe sanitário, que será exigido em museus, restaurantes, trens e aviões. O documento é fornecido a todos que completarem o ciclo vacinal com uma das imunizações disponíveis na França ou a quem apresentar um teste negativo de PCR, que agora será cobrado nos hospitais e clínicas públicas francesas.

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Até o momento, 58% da população apta a se vacinar receberam pelo menos uma dose e 48% estão completamente imunizados.

As propostas, que são aprovadas por 58% dos franceses, estão sendo analisadas pela Assembleia Nacional e devem ser aprovadas até o final do domingo, de acordo com a imprensa francesa.

Em entrevista à revista Le Parisien, o ministro da Saúde, Olivier Véran, defendeu as medidas, e sugeriu que vai abandoná-las quando nove em cada dez franceses estiverem completamente vacinadas, e quando o número de casos chegar a 300 diários, “ao invés de 20 mil”. Na sexta-feira, diante do Senado, afirmou que o país deve enfrentar um forte impacto da Covid-19 nos hospitais até o fim de agosto — mais uma razão, segundo ele, para apertar as restrições.

Fonte: IG Mundo

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