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Motorista chuta passageiro para fora de ônibus e é demitido em Campinas; assista

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Motorista foi flagrado chutando o passageiro para fora do ônibus
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Motorista foi flagrado chutando o passageiro para fora do ônibus

Nesta terça-feira (27), o motorista de ônibus que foi flagrado chutando um passageiro para fora do veículo foi demitido, em Campinas , no interior de São Paulo. O caso aconteceu na noite do último sábado (24) e as imagens do ocorrido circulam pelas redes sociais.

O momento da agressão foi filmado por um dos passageiros da linha 404 e mostra o condutor obrigando o homem a descer, e então começa a xingá-lo e, de repente, dá um chute na vítima, fazendo com que ela caia para fora do veículo.


Em entrevista ao portal UOL , uma das testemunhas disse que não gravou o vídeo, mas estava na região da avenida João Jorge, que liga o centro de Campinas aos bairros da periferia, quando ouviu a discussão. “O homem perguntou ao motorista se o  ônibus passava na Lix da Cunha, pois constava essa informação na placa lateral do itinerário. O motorista disse que não passava. O passageiro questionou então porque tinha na placa, e aí o condutor perdeu a cabeça”, disse a testemunha, que preferiu não ser identificada.

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Segundo o portal, o  ônibus realmente não passa pelo trecho questionado pelo passageiro, levantando suspeitas de que a placa estava errada. Ainda de acordo com a testemunha, após ser agredido, o homem ficou caído no chão por um tempo. “Eu tive que deixar a área porque a minha condução já havia chegado. Mas sei que ele ficou meio que ‘em estado de choque’, parado, não acreditando no que havia acontecido”, acrescentou.

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), responsável pela administração e gerenciamento do trânsito e transporte público, disse que o motorista havia sido afastado temporariamente para avaliar as condições em que a agressão ocorreu. “Os motoristas, enquanto prestadores do serviço de transporte público, devem se colocar à disposição dos usuários para toda e qualquer informação necessária, pois é uma atribuição obrigatória da função. Em caso de violência, o registro de um Boletim de Ocorrência junto às autoridades policiais, também deve ser feito”, informou a autarquia, por meio de nota.

No entanto, hoje o Sindicato das Empresas de Transporte Metropolitano e Urbano de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas (Setcamp) optou pela demissão do condutor após analisar imagens das câmeras internas do veículo. “A atitude do funcionário é inaceitável e a transportadora esclarece que repudia todo e qualquer tipo de violência”, disse ao UOL , em nota.

Além disso, eles informaram que uma apuração interna também está em andamento para verificar o motivo da discussão e se a placa do ônibus está realmente errada.

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Família de novo ministro teria tentado expulsar indígenas de terra em SP

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O novo ministro do Meio Ambiente e o presidente Jair Bolsonaro
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O novo ministro do Meio Ambiente e o presidente Jair Bolsonaro

O novo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite , integra uma tradicional família de fazendeiros de café que disputa uma porção da Terra Indígena Jaraguá, em São Paulo. As informações são da BBC Brasil.

Um documento da Funai (Fundação Nacional do Índio) diz que capatazes da família do ministro chegaram a destruir a casa de uma família indígena ao tentar expulsá-la do território.

A terra tem 532 hectares e fica nos municípios de São Paulo e Osasco. Nela moram indígenas dos povos Guarani Mbya e Ñandeva, segundo a Comissão Pró-Índio de São Paulo.

Segundo relatório de identificação da terra indígena, o pai do novo ministro, Joaquim Álvaro Pereira Leite Neto, teria, em 1986 exigido a Funai “retirasse os marcos físicos do processo demarcatório da área indígena Jaraguá, alegando ser o proprietário da área, acusando agressivamente a Funai de estar praticando um crime”.

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“Tal agressividade, no entanto, extrapolou para além das missivas, e passaram então esses cidadãos a fazer ameaças aos índios, a intimidá-los com capatazes, e mesmo destruindo uma de suas casas”, segue o relatório.

Como a Funai não paralisou a demarcação, os indígenas teriam passado a sofrer ameaças da família.

No entanto, o Ministério Público Federal teria acionado a Polícia Federal, que interveio e evitou a expulsão.

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