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Mourão sobre repercussão dos gastos do governo em alimentos: “Pura fumaça”

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Mourão minimizou o valor supostamente excessivo de alimentos adquiridos em pregões pela administração federa,
Isac Nóbrega/PR

Mourão minimizou o valor supostamente excessivo de alimentos adquiridos em pregões pela administração federa,

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) se manifestou nesta quarta-feira (27) sobre a polêmica de suposto gasto excessivo da administração federal em  alimentos como leite condensado e chiclete.

Segundo Mourão, as despesas tiveram valores semelhantes em anos anteriores e estariam previstas no orçamento; portanto, diz ele, a repercussão do assunto por parte da mídia é “pura fumaça”.

“Pura fumaça. Todos esses gastos são orçamentários, previsto aí alguns com despesa obrigatória, outros com despesa discricionária e foram efetuados dentro do que estava previsto do desembolso do orçamento do ano passado”, disse.

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“Se pegar o que foi gasto em anos anteriores, estará mais ou menos no mesmo patamar. Então é isso, faz parte dessa pressão que está sendo feita em cima do nosso governo”, disse.

Segundo a reportagem do portal de notícias Metrópoles,  o valor gasto pelo governo Bolsonaro é 20% maior do que o de 2019. Sobre o aumento, Mourão comentou que “tem que olhar isso aí”.

Após a exposição dos gastos, como os mais de R$ 15 milhões em recursos públicos para comprar leite condensado e até R$ 2,2 milhões em chicletes, parlamentares formalizaram uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) pedindo  investigação sobre as compras do Executivo.

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Família de novo ministro teria tentado expulsar indígenas de terra em SP

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O novo ministro do Meio Ambiente e o presidente Jair Bolsonaro
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O novo ministro do Meio Ambiente e o presidente Jair Bolsonaro

O novo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite , integra uma tradicional família de fazendeiros de café que disputa uma porção da Terra Indígena Jaraguá, em São Paulo. As informações são da BBC Brasil.

Um documento da Funai (Fundação Nacional do Índio) diz que capatazes da família do ministro chegaram a destruir a casa de uma família indígena ao tentar expulsá-la do território.

A terra tem 532 hectares e fica nos municípios de São Paulo e Osasco. Nela moram indígenas dos povos Guarani Mbya e Ñandeva, segundo a Comissão Pró-Índio de São Paulo.

Segundo relatório de identificação da terra indígena, o pai do novo ministro, Joaquim Álvaro Pereira Leite Neto, teria, em 1986 exigido a Funai “retirasse os marcos físicos do processo demarcatório da área indígena Jaraguá, alegando ser o proprietário da área, acusando agressivamente a Funai de estar praticando um crime”.

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“Tal agressividade, no entanto, extrapolou para além das missivas, e passaram então esses cidadãos a fazer ameaças aos índios, a intimidá-los com capatazes, e mesmo destruindo uma de suas casas”, segue o relatório.

Como a Funai não paralisou a demarcação, os indígenas teriam passado a sofrer ameaças da família.

No entanto, o Ministério Público Federal teria acionado a Polícia Federal, que interveio e evitou a expulsão.

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