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Política Nacional

Mulher de Daniel Silveira ganhou auxílio emergencial enquanto tinha cargo no MME

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Paola da Silva Daniel, esposa do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ)
Reprodução/ Facebook

Paola da Silva Daniel, esposa do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ)

Enquanto exercia um cargo no Ministério do Meio Ambiente, a esposa do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), Paola da Silva Daniel , recebeu parcelas do auxílio emergencial. Ela ocupava o cargo de coordenadora de gestão de pessoas no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro. As informações foram apuradas pelo Metrópole. 

A nomeação de Paola foi divulgada no Diário Oficial da União no dia 16 de outubro de 2020. Com o seu cargo de coordenadora de gestão de pessoas, recebeu cerca de R$ 5,6 mil por mês.

Durante o tempo em que ocupou o cargo no Ministério do Meio Ambiente , a advogada retirou quatro parcelas do auxílio emergencial. Os dados constam no sistema de pagamentos da Caixa Econômica Federal. Um total de sete parcelas foram recebidas e quatro pagas, contabilizando R$ 1.800.  

Instituído pela Lei de nº 13.982/2020, o auxílio emergencial ou coronavaoucher, foi criado com o intuito de ajudar amenizar os impactos econômicos enfrentados devido a pandemia do novo coronavírus. Microempreendedores individuais, trabalhadores informais, contribuintes individuais do INSS e população de baixa renda, tem direito ao benefício de R$ 600 por mês. 

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Política Nacional

Vídeos comprovam que Pazuello mentiu sobre a oferta das vacinas da OMS

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Ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello
Foto: Anderson Riedel/PR

Ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello

O governo Bolsonaro não comprou uma quantidade de vacinas do consórcio Covax Facility , em setembro de 2020, suficientes para imunizar metade da população brasileira, como foi oferecido, e resistiu a aderir a compra coordenada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Em uma publicação exclusiva de Crusoé, foram divulgados vídeos de reuniões que mostram que o ministério da Saúde ignorou os alertas do Itamaraty, de que seria uma operação arriscada, e aderiu à iniciativa coordenada pela OMS em quantidade mínima, com a compra de doses para apenas 10% da população. 

Pazuello disse que não aceitou a oferta de 50% porque a negociação era “nebulosa”. O então ministro também mentiu sobre o preço inicial da vacina, que alegou ser de 40 dólares a dose .

No vídeo divulgado, a embaixadora do Brasil em Genebra, Maria Nazareth Farani Azevêdo, deixa claro que o valor inicial da dose era de 20 dólares e que, logo depois, foi reduzido para 10,55 dólares. “O preço da dose baixou bastante. De 20 foi para 12…entre 12 e 16… e agora está sendo apresentado para nós a 10 dólares e 55 centavos”, disse. 

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Sete meses depois, o ministério da Saúde, sob o comando de Pazuello, negociava a Covaxin por 15 dólares.

A embaixadora também alerta, em um dos vídeos, sobre a repercussão política de não aderir ao consórcio. Fábio Marzano, secretário de Soberania e Cidadania do Itamaraty, braço direito do então chanceler Ernesto Araújo , chega a falar que o país viveria “um inferno” pela falta de vacinas se não aderisse à proposta. “Acho muito difícil não termos ao menos uma vacina premiada”, emendou Nazareth.

O Brasil foi um dos últimos a ingressar no Covax, optando pela quantidade mínima de vacinas oferecias. Foi necessário pedir, inclusive, uma extensão da data de assinatura do contrato, pela demora do Governo Bolsonaro.

– Com informações de Crusoé.

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