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Oito dos 28 mortos de Jacarezinho foram baleados em cinco casas

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Operação policial em Jacarezinho
Reprodução/redes sociais

Operação policial em Jacarezinho

Registros de ocorrências sobre homicídios apontam que oito das 28 pessoas mortas durante operação da Polícia Civil em Jacarezinho , na Zona Norte do Rio, foram baleadas dentro de cinco casas na comunidade. Todas as vítimas foram retiradas de suas casas e levadas para hospitais, prejudicando a perícia.

Na operação , considerada a mais letal da história do Rio de Janeiro , 27 suspeitos e o policial André Frias, atingido na cabeça por um disparo de fuzil, morreram. A polícia corrigiu a informação dada mais cedo de que, além do agente, 28 civis haviam morrido.

No local foram feitas as seguintes apreensões: dois fuzis, cinco pistolas, 13 carregadores, 54 cartuchos de 9 mm, 83 cartucho de fuzil calibre .556, e 9 cartuchos de pistola .40. As informações são do G1.

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Relatos

Marcado por muita emoção e correntes de orações, o enterro de Natan Oliveira de Almeida, de 21 anos, um dos mortos na Favela do Jacarezinho, aconteceu na tarde deste sábado (9), no Cemitério da Penitência, no Caju. Familiares da vítima confirmam que ele tinha envolvimento com o tráfico de drogas, mas alegam que ele se rendeu e entrou vivo no caveirão.

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“O Natan era uma pessoa boa. Não vou negar que ele vendia droga e fumava maconha, atuava como vapor, mas ele não resistiu à prisão, nem trocou tiros com a polícia. Muitos moradores viram ele se entregando, dizendo que “perdeu”, e entrando no caveirão vivo, sem estar baleado”, diz o padrasto de Natan. 

Entre as vítimas, foi possível identificar o óbito de um homem desarmado e sentado em uma cadeira de plástico. As informações são do jornal A Folha de S.Paulo.

Defensores públicos e membros de organizações dos direitos humanos ressaltaram que, nos dados policiais, não há a identificação da vítima, que foi encontrada por dois policiais após uma troca de tiros. O advogado Joel Luiz da Costa, morador local, alega tratar-se de uma ‘execução extralegal’.

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De acordo com o resumo da ocorrência, os agentes policiais avistaram “um elemento com ferimentos de arma de fogo sentado em uma cadeira, o qual socorreu para o Hospital Municipal Souza Aguiar”. Não há nenhuma menção a armas de fogo encontradas no local.

A Defensoria Pública do Rio de Janeiro ressaltou que, o ato da polícia em retirar o corpo do local e levá-lo ao hospital, impediu que a perícia fosse realizada no local a fim de auxiliar nas investigações.

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Doria e Queiroga trocam farpas no Twitter: “Quanto recalque, ministro”

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 João Doria considera quehá
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João Doria considera quehá “recalque” de Queiroga em resposta a antecipação da vacinação de São Paulo

João Doria (PSDB), governador de São Paulo, anunciou neste domingo que antecipará o calendário de vacinação no estado em 30 dias . Após a coletiva de imprensa realizada pelo tucano, Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, reivindicou os créditos da antecipação pelo Twitter e foi chamado de ‘recalcado’. Veja a publicação:



De acordo com o ministro Queiroga, a antecipação da imunização dos adultos acima de 18 anos em São Paulo acontecerá devido “as doses enviadas pelo governo federal, por intermédio do ministério da Saúde .” Em seguida, Doria respondeu.

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Segundo o governador, há “recalque” no posicionamento do ministro. Por fim, o tucano ressaltou que continua a vacinar a população paulista e desejou um “bom domingo e ótima semana” a Queiroga .


O anúncio realizado por João Doria neste domingo também contou com críticas ao presidente Jair Bolsonaro . O governador de São Paulo classificou a “motociata” realizada pelo capitão como uma atitude “negacionista e criminosa” .

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