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Policia Federal

Operação Cara & Coroa investiga retirada ilegal de moedas antigas em sítio arqueológico no Pará

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Belém/PA – A Polícia Federal deflagrou hoje (23/6) a Operação Cara & Coroa, que teve como objetivo a busca de moedas antigas encontradas por escavadores não autorizados no município de Colares/PA.

As moedas, caracterizadas como bens da União, são datadas da época do Brasil Império e são consideradas patrimônio histórico nacional. O local onde foram coletados os artefatos foi demarcado como sítio arqueológico pelo IPHAN.

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, expedidos pela 9ª Vara Federal Ambiental e Agrária da Justiça Federal do Pará. As moedas foram apreendidas nas residências dos alvos.

Confirmada a hipótese criminal, a referida conduta se enquadra como usurpação de bens da União, crime previsto no Art. 2, § 1 da lei 8176/91 c/c art. 62 da lei 9605/98 (Lei de Crimes Ambientais), com pena de detenção, de um a cinco anos e multa.

Comunicação Social da Polícia Federal no Pará

Contato: (91) 3214-8029 / 984222396
E-mail: [email protected]

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Policia Federal

PF investiga possível prática de estelionato previdenciário

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Manaus/AM – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (30/7) a Operação Faces, com o objetivo de investigar a possível prática do crime de estelionato previdenciário. A ação da Polícia Federal visa cumprir mandado judicial de busca e apreensão expedido pela 4ª Vara Criminal da Justiça Federal do Amazonas, na cidade de Autazes/AM.

Segundo as investigações, um idoso possuía diversos benefícios obtidos junto ao Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, fazendo usos de documentos falsos, tais como: um benefício de Amparo Social ao Idoso e três Aposentadorias por Idade. Em cada benefício, ele fazia uso de um nome diferente. Identificou-se que eram retiradas Certidões de Nascimento com nomes falsos. Em seguida, ele retirava os demais documentos e dava entrada nos requerimentos dos benefícios junto ao INSS.

O investigado poderá responder pelo crime de estelionato previdenciário. Se condenado, poderá cumprir pena de até 6 e 8 meses de reclusão.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas

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