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Política Nacional

Para apoiar Bia Kicis na CCJ, PSL deve abrir mão da comunicação da Câmara

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Para apoiar Bia Kicis na CCJ, PSL deve abrir mão da comunicação da Câmara
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Para apoiar Bia Kicis na CCJ, PSL deve abrir mão da comunicação da Câmara

O plano do PSL de colocar a deputada Bia Kicis (PSL-DF) para comandar a CCJ  (Comissão de Constituição e Justiça) está sofrendo resistência de parte dos parlamentares da Câmara dos Deputados. Na tentativa de reduzir a resistência, o PSL deve abrir mão do controle da Secretaria de Comunicação (Secom) da Câmara.

A sinalização feita pelo presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) era de que a estrutura de comunicação fosse comandada por outra deputada da sigla – Carla Zambelli (PSL-SP). A queixa de parlamentares do centrão, porém, de que a sigla ficaria com dois cargos de destaque foi avaliada pelo PSL como um fator que poderia atrapalhar Kicis na CCJ.

Por conta disso, Carla Zambelli não deve mais assumir a Secom da Câmara. Segundo informações da Folha de S. Paulo, houve uma conversa sobre o tema com Lira nesta segunda-feira (22). Ficou acordado nesta reunião que a Secom deve ficar para algum parlamentar do Centrão.

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é defensor da candidatura de Kicis para fazer avançar pautas mais conservadoras, mas ministros Supremo Tribunal Federal (STF) têm pressionado pela escolha de um nome que seja mais moderado para a função.

A indicação de Kicis fez parte de um acordo interno do partido que teve como contrapartida o aval da bancada ao nome de Luciano Bivar (PE), presidente da legenda, como primeiro secretário da Câmara.

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Política Nacional

Mensagens entre Queiroz e ex de miliciano pode prorrogar caso das “rachadinhas”

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Fabrício Queiroz e Flávio Bolsonaro
O Antagonista

Fabrício Queiroz e Flávio Bolsonaro

Fabrício Queiroz, policial militar aposentado e suas trocas de mensagens com a ex-mulher do miliciano Adriano da Nóbrega, são a comprovação que pode fazer com que sigam as investigações sobre as “rachadinhas” no antigo gabinete do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) na Alerj. As informações foram apuradas pela Folha de São Paulo.  

Tais provas foram obtidas de maneira independente do relatório do Coaf, que está sob risco de anulação pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Com as mensagens encontradas, uma investigação sobre Queiroz pode ser reaberta caso consideram esse documento como ilegal. 

Em relação as transações imobiliárias realizadas de forma suspeita de Flávio, também podem ser adicionadas como provas se uma nova investigação for aberta, dependendo da anulação do relatório do Coaf pelo STJ. Porém, houve um arquivamento sobre os documentos dos imóveis do senador, o que atrapalhou escolha por essa alternativa. 

A Quinta Turma do STJ, nesta terça-feira (23), derrubou a decisão sobre a quebra dos sigilos bancários e fiscal de Flávio, Queiroz e outros investigados no caso. Com 4 votos a 1, foi compreendido pela maioria dos ministros que o juiz de primeira instância, Flávio Itabaiana, não achou necessário ir adiante com a decisão. 

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*Matéria em atualização 

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