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Economia

Petrobras divulga relatório operacional do segundo trimestre

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A Petrobras divulgou, na noite desta terça-feira (21), o resultado operacional referente ao segundo trimestre deste ano. Apesar da crise econômica mundial, a companhia conseguiu resultados positivos no período, que já reflete os resultados da pandemia e da quarentena no país, iniciada a partir da terceira semana de março.

“A Petrobras enfrentou, no segundo trimestre deste ano, uma crise sem precedentes na indústria, com queda acentuada no valor do [petróleo tipo] brent, forte diminuição de demanda e excedente de produtos no mercado. Mesmo nesse contexto desafiador, a companhia apresentou um sólido desempenho operacional no período, tendo reagido rapidamente aos desafios impostos pela pandemia e a recessão global”, informou a estatal em nota.

A produção média de óleo e gás natural no segundo trimestre, segundo a Petrobras, foi de 2,802 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), 6,4% maior do que a registrada no mesmo período no ano passado e ficou 3,7% abaixo em comparação ao primeiro período deste ano.

“No mês de abril, iniciativas integradas de logística e marketing permitiram o crescimento das exportações, o que compensou a redução da demanda doméstica por combustíveis. Com essas iniciativas, a Petrobras alcançou recorde de exportação de petróleo, atingindo a marca de 1 milhão de barris por dia”, destacou a companhia.

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Por conta da diminuição das atividades internas no país, no refino, a produção foi significativamente impactada pela redução da demanda, principalmente em abril, quando fator de utilização chegou a 59%. A recuperação gradual do consumo interno e a exportação de bunker, um tipo de óleo pesado, usado em navios, e óleo combustível, permitiram que o fator de utilização do refino retornasse aos patamares anteriores à pandemia, alcançando 74% e 78%, nos meses de maio e junho, respectivamente. A exportação de derivados também subiu 22% em relação ao trimestre anterior.

Edição: Fábio Massalli

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Brasil é o 2º país com maior mal-estar socioeconômico, aponta estudo

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Brasil é o 2º país com pior mal-estar econômico, segundo levantamento de pesquisador do Ibre-FGV
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Brasil é o 2º país com pior mal-estar econômico, segundo levantamento de pesquisador do Ibre-FGV

Entre os 38 países-membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) , em que o Brasil é uma nação convidada, o país ocupa a 2ª posição no índice de mal-estar socioeconômico. Isto porque o desemprego recorde e a inflação alta impulsionaram esta colocação. O levantamneto foi feito pelo professor Daniel Duque , do Ibre-FGV (Instituto Brasileiro de Ecomia da Fundação Getúlio Vargas) , e foi publicado pelo O Globo

Segundo o estudo do pesquisador, no primeiro trimestre de 2021, a taxa de desconforto no Brasil chegou a 19,83%, ficando atrás da Turquia apenas, que registrou 26,27% no fim do quatro trimestre de 2020. Outros países vêm em seguida, como Espanha (16,09%), Colômbia (15,63%), Grécia (14,08%) e Chile (13,42%).

Este índice de mal-estar socioeconômico leva em conta duas situações: o mercado de trabalho e o nível de preços. O Brasil registrou uma taxa de desemprego de 14,7%, o que corresponde a 14,8 milhões de pessoas sem trabalho no último trimestre deste ano. Por outro lado, o Produto Interno Bruto (PIB) do país apresentou uma melhora, ficando em 1,2%.

“A economia está em situação aparente de melhora, mas a população está em mal-estar. A recuperação tem sido puxada por agropecuária e indústria, que empregam menos”, disse Duque ao jornal. 

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