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Política Nacional

Podcast Último Segundo: A representatividade feminina na política brasileira

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Professora de ciências políticas, Tamara Crantschaninov, a vereadora Benny Briolly, a covereadora Carol Iara e a vereadora Camila Valadão
Reprodução/ Podcast Último Segundo

Professora de ciências políticas, Tamara Crantschaninov, a vereadora Benny Briolly, a covereadora Carol Iara e a vereadora Camila Valadão

Nas últimas eleições municipais de 2020, o Brasil elegeu, com números expressivos, candidatas que, de certa forma, passaram por cima da conhecida velha política. Neste 8 de março,  dia Internacional da Mulher , é preciso relembrar o quão significativo foram os resultados das últimas eleições municipais no país. Foram escolhidos políticos que pudessem dar seguimento para a construção e execução de políticas públicas voltadas para assuntos que antes, eram tratados como minoritários. 

Pela primeira vez na história, as candidatas eleitas passaram por cima de uma política conservadora , composta majoritariamente por homens, com o intuito de introduzir pautas que em sua maioria, não são representadas pelos políticos eleitos . Mulheres, pretas, trans, LGBTI+: elas foram a escolha da população para que um novo caminho fosse construído em cima de pautas que representassem a diversidade.

Segundo um estudo coordenado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pela ONU Mulheres, com o apoio da organização IDEA Internacional, o Brasil é um dos últimos países na América Latina em relação aos direitos e representação feminina . O iG conversou com vereadoras eleitas e uma professora de ciências políticas para debater um pouco sobre o cenário político brasileiro atual.

Confira nossa podcast a seguir:

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Política Nacional

Na gestão Bolsonaro, orçamento ‘paralelo’ é maior que nos governos Temer e Dilma

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Emendas de congressistas dão salta na gestão Bolsonaro
Matheus Barros

Emendas de congressistas dão salta na gestão Bolsonaro

A média do orçamento de emendas anuais de relator aprovadas pelo Congresso teve um aumento considerável na gestão de Jair Bolsonaro (sem partido). O salto é quatro vezes maior que no governo de Michel Temer e cinco vezes maior que durante o mandato de Dilma Rousseff (PT). As informações foram levantadas pelo portal UOL .

O episódio conhecido como “Orçamento Paralelo” se trata de trocas orçamentárias entre parlamentares e ministérios, que não constam nos portais de transparência do governo. Além disso, foi apelidado de “tratoraço”, já que houve compra excessiva de máquinas agrícolas. 

Em resposta ao UOL , um levantamento da Consultoria de Orçamento da Câmara mostra que os congressistas propuseram R$ 20,7 bilhões em emendas na atual gestão. As cifras são menores nos governos Temer (R$ 4,8 bilhões) e Dilma (R$ 3,8 bilhões), em média, por ano. 

Leia mais:  Lira e Pacheco pedem extensão do auxílio emergencial até junho


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