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Podcast Último Segundo: Como a Amazônia passou a acelerar o aquecimento global?

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Como a Amazônia passou a acelerar o aquecimento global?
Reprodução/Flickr

Como a Amazônia passou a acelerar o aquecimento global?


Após sucessivas interferências negativas causadas pelo ser humano naquele que há décadas é chamado de “pulmão do mundo”, a Amazônia passou a ter um papel diferente no aquecimento global: o de acelerá-lo . Desmatamentos, queimadas e desgastes ambientais retiraram da floresta a condição de resfriar a atmosfera. Para entender esse processo, é preciso compreender o que é a Amazônia – além da visão de um quilômetros e quilômetros de troncos, galhos e folhas.

O Portal iG convidou três especialistas para falar sobre o assunto: Luciana Gatti, coordenadora do Laboratório de Gases do Efeito Estufa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE); Jean Ometto, membro do comite científico mundial Projeto Carbono Global; e Renato Ghisolfi, mestre em sensoriamento remoto pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A conversa completa está no podcast que publicamos neste domingo.

Destruição recorde

De acordo com dados do portal TerraBrasilis , do INPE, foram 20 mil e 200 quilômetros de áreas desmatadas nos dois últimos anos somados. Número  recorde  nos últimos 10 anos de monitoramento. E os desflorestamentos seguem: os focos ativos de incêndio cresceram vertiginosamente. De 2018 para 2020 , o número de pontos localizados com fogo aumentaram de 68 para 103 mil .

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“É possivel afirmar que conseguimos reverter esse cenario? Eu diria que a gente não sabe. Talvez sim, mas é pra ontem “, diz Luciana Gatti.

Confira a conversa completa com os especialistas no  podcast :



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Navio se choca com estação de balsas no litoral de São Paulo; veja os vídeos

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Navio se choca com estação de balsas no litoral de São Paulo
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Navio se choca com estação de balsas no litoral de São Paulo

Um navio de carga supostamente desgovernado se chocou com um píer onde ficam ancoradas as balsas que fazem a  travessia  entre Santos e Guarujá, no litoral de São Paulo, na tarde deste domingo.

De acordo com o Departamento Hidroviário, travessia ficou paralisada por cerca de 1h20 devido ao acidente. Ninguém se feriu.

A Capitânia dos Portos, em Santos, informou que uma equipe de peritos está no local para avaliar os danos feitos na área de embarque de bicicletas, que dá acesso às balsas, e também no navio, que ficou avariado.

Segundo a capitânia, o navio da Hamurg Süd levava contêineres, mas não há detalhes sobre o conteúdo embarcado.

Você viu?

Segundo o portal G1, o acidente ocorreu por volta de 14h, no terminal de travessia de balsas de bicicletas. Um navio de carga colidiu e destruiu o píer de atracação.

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Ainda não há informações do que provocou o acidente. As causas serão averiguadas pela Capitania dos Portos e Marinha.

Equipes do Departamento Hidroviário trabalharam para retomar o serviço, que voltou a funcionar por volta das 15h.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que o barco atinge o píer. Assustadas, algumas pessoas correm.

O navio Cap San Antonio, de bandeira dinamarquesa, havia saído de um dos terminais de Santos e seguiria para o Porto de Paranaguá. Com 8,9 metros de calado, a embarcação foi construída em 2014. Tem 333 metros de comprimento e 48,3 de largura. Sua capacidade é de 10.500 TEU (Twenty feet Equivalent Unit/ ou unidade equivalente a um contêiner de 20 pés).

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