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Projeto Fazedores do Café 2026 promove capacitação e incentiva sucessão familiar no Espírito Santo

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Instituto Federal do ES recebe o projeto Fazedores do Café 2026

O Instituto Federal do Espírito Santo (IFES), Campus Itapina, em Colatina, recebe a edição 2026 do projeto Fazedores do Café, iniciativa voltada à formação e capacitação de jovens ligados à cadeia produtiva do café.

A programação acontece até quinta-feira (12/03) e reúne estudantes, filhos de produtores rurais e jovens produtores interessados em aprofundar conhecimentos sobre a produção e a qualidade do café.

O projeto busca estimular a permanência dos jovens no campo, fortalecendo a sucessão familiar nas propriedades cafeeiras e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da cafeicultura.

Iniciativa busca fortalecer sucessão familiar no campo

Nesta edição, o foco principal do Fazedores do Café é a sucessão familiar na produção de café, tema considerado estratégico para o futuro da atividade no Brasil.

O público-alvo do evento inclui:

  • filhos de produtores rurais;
  • jovens produtores de café;
  • estudantes do Instituto Federal;
  • mestrandos na área de cafeicultura.

A proposta é ampliar o conhecimento técnico e incentivar a continuidade das atividades nas propriedades rurais, evitando o êxodo rural e fortalecendo a nova geração de profissionais do setor cafeeiro.

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Conteúdo técnico aborda engenharia e torra de cafés especiais

A empresa Atilla Torradores, fabricante de equipamentos para torra de cafés especiais e escola especializada na formação de mestres de torra, é responsável pelo conteúdo técnico voltado à engenharia de equipamentos de torra.

Durante o evento, os participantes têm acesso a aulas técnicas e demonstrações práticas que abordam processos de torrefação, controle de qualidade e características sensoriais do café.

Além das aulas presenciais, também estão sendo realizadas atividades de torra com interação entre diferentes locais.

Demonstração de torra conecta Espírito Santo e Minas Gerais

O Q-Grader e diretor da Atilla Torradores, Thiago Emerich, participa da programação realizando demonstrações de torra tanto de forma presencial quanto on-line.

Durante a atividade, Emerich comanda um torrador localizado em Belo Horizonte, enquanto acompanha e interage com os participantes diretamente do Instituto Federal do Espírito Santo.

A iniciativa permite demonstrar, na prática, técnicas de torra e controle de equipamentos, ampliando o aprendizado dos participantes.

Formação de jovens é destaque do projeto

Parceira do projeto desde a primeira edição, realizada em 2014, a Atilla Torradores reforça a importância da capacitação para o fortalecimento da cadeia produtiva do café.

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Segundo Thiago Emerich, a participação na iniciativa representa uma oportunidade de contribuir para a formação de novos profissionais no setor.

“É uma grande honra fazer parte desse trabalho e poder colaborar para que os jovens se capacitem e possam dar continuidade ao que a família iniciou”, afirma.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

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Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

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Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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