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Que tal um Lamborgini feito com 400 mil peças de Lego?

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Lamborghini Sián FKP 37: luzes de LED para seguir o significado do nome do supercarro da marca italiana
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Lamborghini Sián FKP 37: luzes de LED para seguir o significado do nome do supercarro da marca italiana

A Lamborghini e a Lego mostram o resultado de um belo trabalho. Trata-se da réplica do supercarro Sián FKP 37 feita com 400 mil peças de brinquedo que levaram nada menos que 8.660 horas para serem montadas com perfeição com ajuda de profissionais altamente capacitados e até computação gráfica.

O modelo tem 4,9 metros de comprimento por 2,1 m de largura e 1,13 m de altura, ou seja, as mesmas dimensões do raro Lamborghini Sián FKP 37 . Para atingir a perfeição, a Lego projetou as peças, assim como chegou a fazer com outros supercarros que chamam atenção.

O superesportivo original, da marca italiana de Sant´Ágata Bolognese vem com sistema de propulsão híbrido, o primeiro da história da fabricante. Conta com um V12 6.5 aspirado que funciona com outro motor elétrico. Obviamente, o conjunto não foi incluído na réplica , mas há uma serie de outros itens, como volante, painel, bancos e todos os detalhes possíveis, inclusive os logos.

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O Lamborgini feito de Lego tem 154 tipos de peças diferentes e apenas 20 delas foram fabricadas especialmente para este projeto, cujo estilo foi baseado na miniatura de 1: 18 que foi lançada pela marca de brinquedos em junho de 2020. E teve pintura com tinta com proteção contra raios UV que contou com a colaboração da linha de montagem marca italiana para ser aplicada.


Como o próprio nome do Lamborghini diz, Sián significa luz, flash. Portanto, não poderia faltar um efeito iluminado seguindo o mesmo desenho do Sián FKP 37 original, que vem com luzes diurnas de LED no para-choque dianteiro. Além disso, também fizeram as lanternas traseiras se acenderem, o que torna o projeto ainda mais especial.

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Fonte: IG CARROS

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Absoluto: conheça a história do Omega, substituto do Opala

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Em 1992, o Omega entraria para ocupar o lugar do Opala, porém não conseguiu obter o mesmo sucesso
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Em 1992, o Omega entraria para ocupar o lugar do Opala, porém não conseguiu obter o mesmo sucesso

A evolução dos sedãs grandes chegou em agosto de 1992 quando a General Motors do Brasil resolveu apostar suas fichas num modelo que tivesse todos os atributos do já consagrado e líder de vendas Opala. O motivo? Enfrentar a concorrência dos importados.

Este novo carro deveria seguir o mesmo sucesso do modelo que o antecedeu. Uma mecânica robusta , espaço suficiente para que cinco ocupantes viajassem com conforto e um belo desenho na carroceria.

Com estes ingredientes a GM colocava no mercado o Omega, um veículo que tinha todos os requisitos para enfrentar a forte concorrência dos importados, com a reabertura para o comércio de carros estrangeiros.

Sedã foi vendido até 1998, quando passou a ser substituído pelo sedã importado da Austrália
Reprodução

Sedã foi vendido até 1998, quando passou a ser substituído pelo sedã importado da Austrália

O sedã da GM foi lançado inicialmente nas versões GLS (Gran Luxo Super) e a topo de linha CD (Confort Diamond) . A GLS já vinha bem recheada contando com freios ABS, teto solar e computador de bordo como opcionais.

Já a CD contava com os mesmos equipamentos da GLS , além de transmissão automática, piloto automático, painel digital de cristal líquido, toca-CDs, dupla regulagem de apoio lombar, bancos com revestimento em couro, ajuste elétrico dos faróis e porta-luvas refrigerado , muito útil para manter alimentos e bebidas em temperatura ambiente.

Chevrolet Omega na versão topo de linha CD oferecia motor 3.0 de seis cilindros em linha, vindo da Alemanha
Reprodução

Chevrolet Omega na versão topo de linha CD oferecia motor 3.0 de seis cilindros em linha, vindo da Alemanha

Imponente, graças aos seus 4,74 metros de comprimento, 1,76 metro de largura e 1,41 metro de altura, o Omega tinha ares de carro importado, principalmente os americanos. Só a título de curiosidade, nos Estados Unidos, o modelo é considerado como um sedã médio-grande enquanto no Brasil, sedã grande.

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Com um espaço de sobra, mesmo para quem vai atrás, levando em consideração seus 2,73 metros de entre-eixos, o Omega superava em conforto fazendo com que longas viagens se tornasse um prazer a seus ocupantes, digno de primeira classe.

No conjunto mecânico, o motor da GLS , um 2,0 litros era o mesmo empregado no Monza , porém a posição era longitudinal e a injeção eletrônica utilizada era a Motronic em vez da Bosch LE-Jetronic. A potência ficava em 116 cv, com torque de 17,3 Kgfm a 2.800 rpm na versão a gasolina e 130 cv na movida a álcool e torque de 18,6 Kgfm a 4.000 rpm .

Por fora, o Omega impunha muito status, principalmente a versão mais completa que contava com a grade do radiador cromada, espelhos e pára-choques parcialmente pintados na cor da carroceria, faróis auxiliares, teto solar, além das exclusivas rodas raiadas de 15 polegadas.

Suprema

Chevrolet Omega Suprema chegava em abril de 1993 com a vantagem de seu porta-malas de 540 litros
Reprodução

Chevrolet Omega Suprema chegava em abril de 1993 com a vantagem de seu porta-malas de 540 litros

Em abril de 1993 foi a vez da versão perua do Omega chegar ao mercado nacional. Batizada de Suprema , o carro agradava pelo espaçoso porta-malas de 540 litros , sendo que com o banco rebatido estas medidas pulavam para 1.850 litros.

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A suspensão possuía um sistema pneumático, que funcionava por bomba auxiliar, que mesmo com o porta-malas carregado, mantinha o mesmo nivelamento da carroceria, favorecendo o conforto.

Chevrolet Omega Suprema também era oferecida nas versões GL, GLS e CD (foto)
Reprodução

Chevrolet Omega Suprema também era oferecida nas versões GL, GLS e CD (foto)

O desenho da traseira, de traços retos, criava uma certa harmonia com o resto do conjunto, além de favorecer na visibilidade, sobretudo nas manobras em vagas apertadas. Assim como o Omega , a Suprema também estava disponível tanto na versão GLS e CD.

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Em 1994, a GM lançava a espartana versão GL (Gran Luxo) , idealizada para atender a frota de taxistas e empresas em geral. A mecânica era a mesma da intermediária GLS , porém o acabamento denotava uma certa simplicidade.

Não dispunha de rodas de alumínio e frisos cromados nos para-choques. Internamente o acabamento demonstrava um certo esquecimento nos detalhes como, por exemplo, a ausência de um relógio digital, conta-giros e um acabamento mais caprichado no forro das portas.

1995: o Omega ganha fôlego e pequenas mudanças no estilo

Um ano depois, a linha Omega passava a contar com algumas mudanças mecânicas. Agora a opção ficava por conta do motor de 2,2 litros (uma evolução do antigo 2.0 , graças ao aumento no curso dos pistões de 86 para 94,6 mm), além da topo de linha 4,1 litros, que substituía a de 3.0 . Na verdade era o ressurgimento do famoso 4.1/S do Opala, porém com algumas atualizações nos sistemas de alimentação e injeção.

Na prática os três cavalos a mais na nova versão – 168 cv ante os 165 cv – não renderam em agilidade. Já em torque o resultado era satisfatório com o aumento para 29,1 Kgfm a partir das 3.500 rpm (o antigo tinha 23,4 Kgfm a 4.200 rpm). Na Europa, o motor 3,0 litros, de seis cilindros em linha era substituído por um V6 de mesma cilindrada.

Em 1995, o Chevrolet Omega ganhava fôlego e pequenas mudanças no estilo como novidade
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Em 1995, o Chevrolet Omega ganhava fôlego e pequenas mudanças no estilo como novidade

Esteticamente, as diferenças eram sutis. Na GLS , na traseira o friso que encobria a placa de licença se estendia até as extremidades das lanternas. Fora isso, novas cores passavam a fazer parte da linha 1995.

Na versão  CD , lanternas fumê, retrovisor interno fotocrômico (impede a incidência de luz evitando assim o ofuscamento na visão do motorista), novas rodas, um sutil spoiler fixado na tampa do porta-malas , além de apliques imitando madeira no console e nas portas eram as mudanças mais significativas. Em 1998, o Omega deixava de ser fabricado deixando uma legião de fãs por todo o Brasil.

Fonte: IG CARROS

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