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Raça Araguaia: produtor membro da ‘Liga do Araguaia’ adota a agro sustentabilidade como modelo de produção

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Com o rebanho da Raça Araguaia concentrado em Mato Grosso, especialmente, em Torixoréu na divisa com o estado de Goiás, e plantéis em Rondonópolis, São Paulo e Minas Gerais, o grupo Origem Premium, tem como pilar a prática da agropecuária sustentável para aumentar a produtividade, garantir a qualidade da carne e contribuir com a redução das emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa.

Diante do crescimento populacional e aumento do poder de compra internacional a demanda por alimentos de origem animal expandiu. Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, 2015), a projeção é de um aumento de 17% na produção de carne até 2024, e leva o Brasil a vantagem, por deter o maior rebanho comercial do mundo, cerca de 209 milhões de cabeças (ABIEC, 2016), e ocupar posição de destaque como fornecedor do produto. Em contrapartida, reflete em críticas a pecuária pela emissão de gases de efeito estufa (GEE) atribuída por cientistas, pela produção entérica dos bovinos e pelo uso de fertilizantes.

Por meio do movimento ‘Liga do Araguaia’, criado em 2015 e composto por 62 propriedades rurais no estado e na região conhecida como Vale do Araguaia mato-grossense, buscam desvincular a pecuária ao desmatamento e práticas prejudiciais ao meio ambiente. O pecuarista, Raul Almeida Moraes Neto, também integrante da Liga, participou desse grupo de propriedades, monitorando a Fazenda Santa Rita (Torixoréu-MT) que possui como base do rebanho animais de Raça Araguaia, bovinos com genética desenvolvida neste rico bioma; – e obteve resultados positivos, a partir da adoção de técnicas sustentáveis, melhorias e intensificação do manejo das pastagens e dos rebanhos.
Os produtores integrantes da Liga do Araguaia têm em comum o espírito de agro sustentabilidade, ou seja, de produzir conservando. Adotamos um conjunto de tecnologias entre as quais melhorias na qualidade da pastagem, intensificação do manejo, nutrição e melhoramento genético, dessa forma reduzimos a idade do abate dos animais, as emissões de CO2 a atmosfera e garantimos a produção de uma carne classificada como premium.

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Atualmente, o grupo de 62 propriedades reúne em torno de 150 mil hectares de pastagens, grande parte em processo de intensificação, nos quais estão apascentados aproximadamente 180 mil bovinos.

Além do ‘Projeto Carbono’ que foi concluído e mensurou a mitigação das emissões de CO2 na atmosfera pela pecuária, os produtores da Liga do Araguaia investem nos programas:
⦁ PROJETO REBANHO ARAGUAIA, em parceria com o JBS que foca otimizar a eficiência da gestão produtiva;
⦁ GARANTIA ARAGUAIA, que mensura as emissões de CO2, a gestão e o cumprimento das boas práticas agropecuárias, sociais e ambientais;
⦁ BAIXO CARBONO ARAGUAIA em cooperação com a Embrapa Gado de Corte, e tem por objetivo validar e certificar manejos que reduzem as emissões do GEE;
⦁ PROJETO CONSERV ARAGUAIA, oferece compensação financeira a propriedade com áreas de excedentes de conservação;
⦁ PROJETO RAÍZES ARAGUAIA, foca no fortalecimento do turismo ecológico, a inclusão social e econômica das comunidades do Vale do Araguaia.

Em setembro de 2015, o Brasil, na última reunião da Cúpula da ONU para o Desenvolvimento Sustentável, se comprometeu a reduzir as emissões de Gases de Efeito Estufa em 43% até 2030 (MMA, 2015). Nesse aspecto, a Liga do Araguaia, busca com as iniciativas abordar as diferentes técnicas existentes para determinar a produção de metano por bovinos, os fatores que contribuem para essa emissão e quais estratégias podem ser adotadas para minimizar os prejuízos ao meio ambiente e a sociedade atribuídos a pecuária de corte.

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O trabalho realizado comprova o imenso potencial da pecuária tropical brasileira em contribuir com as questões ambientais do planeta, sendo capaz de mitigar as emissões dos GEE, a partir de pastagens bem manejadas que são capazes de retirar o CO2 da natureza e retê-lo no solo por meio do seu sistema radicular.

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Problemas de logística e infraestrutura nas rodovias são tratados com DNIT

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Política Agrícola e Logística

Problemas de logística e infraestrutura nas rodovias são tratados com DNIT

Entre as demandas estão a regularização dos acessos na BR-163, e o andamento das obras nas BR´s 242 e 158

29/04/2021

A logística é uma pauta que está no radar da atual gestão da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), especialmente quando se trata do escoamento dos grãos. Diante deste cenário, o presidente da Aprosoja-MT, Fernando Cadore, se reuniu nesta quarta-feira (28.04), por videoconferência, com o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), general Antônio Santos Filho e o deputado federal, Neri Geller.

As demandas do produtor rural em relação às obras nas rodovias foram repassadas ao general Santos Filho. Entra elas, foi solicitada a regularização do acesso entre a BR-163 e as fazendas, onde o fluxo é intenso, sobretudo durante a safra. Na BR-242, foi questionado o andamento das obras do primeiro trecho que liga Santiago do Norte a Gaúcha do Norte, e o segundo, entre Gaúcha e Querência. Além das adequações na rodovia 158, que faz divisa com o município de Redenção no Pará.

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“As dificuldades que nós, produtores rurais, encontramos em relação a logística e infraestrutura são inúmeras. Precisamos de soluções para conseguirmos garantir uma boa produtividade”, enfatizou Cadore, ao explicar que todas as deliberações oriundas da reunião serão repassadas à base.

O deputado Neri Geller, que participou da reunião se colocou à disposição para estas demandas. “Precisamos quebrar paradigmas e avançar. A agricultura fomenta a economia do nosso País. As obras vão ajudar o desenvolvimento do setor, sem gerar impactos ambientais”, ressaltou.

Por sua vez, o DNIT esclareceu como estão o andamento das obras nas rodovias. Na BR-158 têm dois contratos em andamento para restauração da pista, construção de pontes de concreto e acostamentos. A situação na BR-242 está em análise, aguardando estudos ambientais para dar o direcionamento. E sobre os locais onde tem acesso às propriedades no eixo da BR-163, o DNIT faz a autorização das obras, mediante apresentação de projeto pelos proprietários, para que estes façam a pavimentação, isto nos casos onde o trecho é de responsabilidade do órgão. “Os produtores rurais podem contar com o DNIT, vamos trabalhar em conjunto para atender todas as demandas da classe produtiva”, afirmou o general Santos Filho.

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Além do presidente da Aprosoja-MT, participaram da reunião, o diretor Financeiro, Antonio Cavalaro, o diretor-executivo, Wellington Andrade, o diretor-executivo do Movimento Pro Logística, Edeon Vaz, e o consultor de Política Agrícola e Logística, Thiago Rocha.

Fonte: Marcella Lírio

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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