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Política Nacional

Relator do impeachment de Witzel vota pelo afastamento definitivo do governador

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Wilson Witzel, governador afastado do Rio de Janeiro
Fernando Frazão/Agência Brasil

Wilson Witzel, governador afastado do Rio de Janeiro

O deputado estadual Waldeck Carneiro (PT), relator do processo de impeachment de Wilson Witzel (PSC), votou nesta sexta-feira (30) para que o governador afastado do Rio de Janeiro deixe definitivamente o cargo. Waldeck ainda defendeu que Witzel tenha os direitos políticos cassados por cinco anos.

Primeiro a votar, Waldeck considerou o governador afastado culpado pelos crimes de responsabilidade que envolveram fraude na contratação dos hospitais de campanha na pandemia. Witzel ainda é acusado de favorecimento de um empresário ao anular a punição à organização social Unir Saúde por sua atuação na Secretaria de Saúde.

“Ainda que não haja sua assinatura no contrato [para construção dos hospitais de campanha], é inverossímel que não soubesse do que se passava”, afirmou o parlamentar em seu voto.

“Afinal, era a maior contratação do governo, com incidência no maior desafio de seu governo: salvar a vida das pessoas contaminadas pelo novo coronavírus. Poderia o réu ficar absorto face a tudo isso? Ainda que sim, o caso passa a ser de omissão, negligência ou desleixo”, completou Waldeck.

Witzel será afastado em definitivo caso 7 dos 10 membros do Tribunal Especial Misto o considerem culpado. O colegiado é composto por cinco deputados estaduais e cinco desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio.

O tribunal também vai analisar se torna o ex-juiz inelegível por um prazo máximo de cinco anos. Ele já está impedido de ser nomeado para cargos públicos em razão do afastamento definitivo.

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Política Nacional

“Sexta-feira o Brasil saberá a verdade”, diz deputado sobre fraude da Covaxin

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Deputado federal Luís Miranda (DF)
Câmara dos Deputados

Deputado federal Luís Miranda (DF)

O deputado federal Luís Miranda, autor da denúncia de suposto caso de fraude do governo na compra da vacina indiana Covaxin, disse nesta quarta-feira (23) nas redes sociais que “o Brasil saberá a verdade” após o seu  depoimento à CPI da Covid, marcado para esta sexta-feira (25).

“Sexta-feira o Brasil saberá a verdade e os documentos falam por si só… se ficarmos calados, já será suficiente para todos os brasileiros se revoltarem e ainda entender quem está atrasando o Brasil!!” escreveu,  horas após o pronunciamento do Planalto negando as acusações do parlamentar.

O deputado é irmão de Ricardo Miranda, servidor do Ministério da Saúde que, ao Ministério Público Federal (MPF),  que disse ter sido pressionado pela compra de 20 milhões de doses do imunizante por R$ 1,6 bilhão.

Hoje o vice-presidente da CPI da Covid, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou que a comissão pedirá proteção policial para Luís Miranda e sua família. Após o pronunciamento de Onyx Lorenzoni ameaçando processar o deputado, o presidente da CPI da Covid, Renan Calheiros (MDB-AL), diz que vai pedir a prisão do ministro na comissão se houver intimidação da testemunha.

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