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Economia

Renda extra: 5 empresas que mais vão distribuir dividendos para os acionistas

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O pagamento de dividendos é uma boa forma de ganhar renda extra, pois ao investir em empresas que pagam bons retornos, o investidor ganha com a possível valorização das ações, assim como na divisão do lucro líquido da instituição.

Como assim? Os dividendos nada mais são que parcelas do lucro adquirido pela empresa e distribuídos na forma de remuneração aos acionistas.

Portanto, esse pagamento é feito em forma de porcentagem, proporcional a quantidade de ações do investidor, podendo ser em dinheiro, ações ou direitos de propriedades. Além disso, essa distribuição pode ser anual, semestral, trimestral ou até mesmo mensal.

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Taesa (TAEE11)

A Taesa (Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A.) se caracteriza como uma das maiores empresas privadas de transmissão de energia elétrica do país em termos de Receita Anual Permitida.

A princípio, a companhia paga 12,43% de Dividend Yield. Só em maio deste ano, a instituição distribuiu R$ 561 milhões em dividendos, cerca de R$ 0,54 por ativo.

Engie (EGIE3)

A maior geradora privada de energia do Brasil paga 9,7% de Dividend Yield. Em suma, a Engie possui participação de cerca de 6,2% no mercado brasileiro de energia.

Confira a reportagem completa aqui

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Economia

Comissão deve aprovar reforma administrativa nesta semana, diz Lira

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Lira quer agilizar tramitação da matéria na Câmara e aprovar proposta até o fim deste ano
Reprodução: iG Minas Gerais

Lira quer agilizar tramitação da matéria na Câmara e aprovar proposta até o fim deste ano

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL), afirmou nesta segunda-feira (20) que pretende pressionar a comissão que estuda a PEC da Reforma Administrativa para agilizar a tramitação da matéria na Casa. Segundo Lira, a votação da proposta na comissão deve ocorrer nesta semana.

“Tem alguns ajustes que precisam ser feitos no texto da reforma, me disseram, e se não fizer para votar amanhã, pode ser na quarta-feira, 20”, disse Lira.

A proposta chegou a ser apresentada na última semana, mas deputados pediram que o relator, Arthur Maia (DEM-BA), fizesse alterações no texto principal. Arthur Lira ressaltou ser necessário uma discussão minuciosa sobre o tema e acredita que deverá ter cautela nas negociações para obter o número de votos necessários.

“Melhor que faça com tranquilidade do que está sendo votado, que é garantindo sempre aquilo que a gente disse que é partindo do princípio que não se mexe em direito adquirido e que faça um desenho mais previsível para o futuro”, afirmou.

“Nem tudo é como a gente quer. Importante que o relator entregue o texto, que esse texto possa ser discutido, porque é um tema que a gente precisa de 308 votos no plenário. Fazer o máximo de esforço para que não tenha nenhum tipo de versão. Cada partido tem seu líder e a reunião será para justamente isso, afinar a discussão toda para que chegue redondo na comissão e que venha ao plenário”, completou Lira.

Em entrevista aos jornalistas, o presidente da Câmara ainda colocou a polêmica dos precatórios como prioridade nesta semana. Lira deverá se reunir com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), nesta segunda-feira para definir o apoio à proposta do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Tribunal de Contas da União (TCU) que estabelece um teto máximo para dívidas judiciais em 2022.

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