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Saúde

Saúde vai fazer estudo para avaliar eficácia da 3ª dose da CoronaVac

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O Ministério da Saúde anunciou hoje (28) que iniciará estudo para avaliar a eficácia da aplicação da terceira dose da vacina contra a covid-19 CoronaVac, produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, vinculado ao governo de São Paulo.

A pesquisa será realizada em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido. Nela, será analisada a possibilidade de aplicação de outras vacinas como 3ª dose para quem tomou as duas primeiras da CoronaVac.

A principal pesquisadora, Sue Anne Clemens, da instituição britânica, afirma que serão analisados casos de uso da terceira dose com diferentes imunizantes, de outras farmacêuticas.

“Vamos vacinar pessoas que já tenham tomado duas doses da CoronaVac, seis meses depois da segunda dose. Temos quatro grupos [de estudo]: um com reforço da CoronaVac, outros com Janssen, Pfizer e AstraZeneca”, diz.

Segundo a pesquisadora da Universidade de Oxford, o estudo serviria para subsidiar uma nova estratégia de vacinação. Contudo, a pesquisadora e o Ministério não explicaram que nova estratégia seria esta e por que a necessidade de intercambialidade para quem tomou duas doses da CoronaVac.

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Segundo o Ministério da Saúde, 12 mil voluntários participarão da pesquisa.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Paes diz que 64,6% dos adultos do Rio receberam 2 doses da vacina anti-Covid

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Eduardo Paes
Reprodução/Twitter

Eduardo Paes



Durante uma transmissão pelas redes sociais no começo da noite desta terça-feira, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse aos internautas que a cidade já atingiu 99,7% da população adulta (acima de 18 anos) imunizada com a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e 64,6% com a segunda dose. Quando considerado o público acima de 12 anos, que é o alvo da vacinação no município, os índices são de 95, 7% e 59%, respectivamente, segundo Paes.

“Para desespero de uma turma que veio hoje aqui na minha frente ficar protestando contra o passaporte e contra a vacina. Pelo jeito eles estão representando 0,3% da população e, graças a Deus, mesmo dando uma malhadinha, vão ter que se vacinar”, brincou o prefeito, ao se referir a um protesto mais cedo em frente à sede da prefeitura, na Cidade Nova.

Segundo Paes, o dado sobre a população completamente imunizada cria alguns gatilhos para liberação das atividades. O decreto com as novas regras publicado na última sexta-feira (17) condiciona a reabertura de boates e danceterias, com 50% de sua capacidade, à cobertura vacinal de 65% da população adulta do Rio com o esquema completo.


“A medida que você vai tendo mais pessoas imunizadas vai permitindo mais atividades na cidade. Isso vai criando alguns gatilhos para que as pessoas menos inteligentes, com menos neurônios, que são contra o passaporte da vacina, que são contra a vacina, que pensam que a terra é plana e, enfim, que tudo é uma grande conspiração comunista entendam que o nosso objetivo é justamente permitir que a cidade volte a sua vida normal, que a atividade econômica volte e as pessoas voltem a poder ter um mínimo de convívio”. 

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O prefeito confirmou também a decisão da prefeitura de manter a vacinação para os adolescentes e que, nesta quarta-feira (22) será a vez das meninas de 13 anos e na quinta-feira, os meninos de mesma idade. Também nesta semana haverá repescagem da primeira dose para os jovens de 16.

“Nós vamos continuar (a vacinar os adolescentes), aliás o ministro (do STF, Ricardo) Lewandowski tomou agora à noite a decisão de que compete aos municípios vacinar os adolescentes ou não e aqui no Rio nós vamos continuar vacinando, como já havíamos previsto”, disse.

Eduardo Paes disse que os índices de imunizados foram atingidos um mês antes do previsto inicialmente, em parte por conta da adoção do passaporte da vacina, que já está sendo exigido para frequentar locais públicos. Segundo ele, o índice de vacinados com primeira dose estava empacado em 95%, mas depois da medida subiu para perto de 100%. Ele estima que até novembro toda a população já vai estar vacinada.

Para ele, o mais importante é que o público que era mais resistentes à vacina, entendeu que a prefeitura não está ferindo direitos individuais, mas buscando uma forma de proteger as pessoas, o interesse coletivo e a saúde pública. Durante a conversa com o público, Paes esclareceu que a antecipação da segunda dose da vacina da Pfizer para pessoas acima de 50 anos atende o público que decidiu se vacinar após a adoção do chamado passaporte da vacina e, segundo ele, há 23 mil pessoas nessa situação.

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Paes confirmou que pensa encurtar o prazo também para o público abaixo de 50 anos, mas a medida ainda está sob avaliação. Aos que estão falsificando o comprovante da vacina, alertou que já existe uma lei, aprovada pela Câmara Municipal, prevendo multa de R$ 1 mil, além de enquadramento em outros crimes.

Respondendo a outros questionamentos do público, Paes admitiu carência de pessoal na rede pública de saúde. Disse que são 6 mil prossinais a menos em relação a 2016, quando deixou a prefeitura e admitiu que a solução disse demanda tempo. O prefeito prometeu ainda que em um ano e meio pretende zerar a fila de espera na fila do Sisreg.

“Vamos gastar mais de um bilhão de reais, mas vamos zerar essa fila. Isso é um absurdo. isso já era um problema no final do meu governo, tinham 70 mil, 80 mil pessoas, e deu uma agravada, claro, também em razão da pandemia, quando segurou-se as cirugias eletivas”, disse, prometendo zerar a fila até o primeiro semestre de 2023.

Fonte: IG SAÚDE

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