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Cuiabá

Secretário vê dados inconsistentes e relatórios evasivos; Juarez reafirma necessidade de plebiscito por modal

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Luiz Alves

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Presidente do Comitê de Análise Técnica para Definição do Modal de Transporte Público da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá e secretário de Mobilidade Urbana do Município, Juares Samaniego, votou contra o relatório elaborado pelo prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, a favor da implantação do Bus rapid transit (BRT). 

A reunião do Conselho Deliberativo Metropolitano da Região do Vale do Rio Cuiabá – (CODEM/VRC) –  ocorreu nesta quarta-feira (12)  e o relatório apresentado foi aprovado por 13 a 4 e 2 ausências. Conforme o secretário, a reunião estava “desenhada”. “Mantive meu voto contra porque o material apresentado para consulta pública foi inconsistente,  os requisitos formulados na reunião foram novamente respondidos pelo  arquiteto Rafael Detoni, que trabalha na Sinfra – Secretaria de Infraestrutura – e foram evasivas”, criticou ele. 

O secretário de Mobilidade  avisa que a  Prefeitura irá acionar o Estado por causa da audiência pública, devido às falhas e cortes nas falas de quem demonstrava  os pontos negativos do B RT.

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“O posicionamento de Cuiabá e do Comitê é pela  anulação da audiência pública, que mais falou das questões jurídicas do VLT e não sobre o BRT. Afinal não existe projeto do BRT.  Defendemos o plebiscito e o debate para que se tenha o melhor modal para Cuiabá e Várzea Grande. Foi uma audiência direcionada. Fizeram uma explanação jurídica do VLT de quase uma hora que não é parte do tema e os questionamentos técnicos foram só dois minutos – concordo com as 35 indagações embasadas na   Consulta Pública – VLT Cuiabá-Várzea Grande Estudos do BRT, que são inconsistentes. O que posso dizer é, estamos pegando o bonde andando e essa discussão tinha que ter sido desde o início e não somente dois minutos para questionar um investimento de R$430 milhões. Como o Governo chegou nesse valor, já que que não tem o projeto executivo de estudo de viabilidade econômica e financeira? Investimento no projeto baseado em estudo técnico econômico em que Cuiabá e Várzea Grande não participaram deste estudo de trabalho. É muito difícil defender a causa em dois minutos”, pontuou.

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Juares também é membro do Conselho Deliberativo Metropolitano do Vale do Rio Cuiabá (Codem),  porque é  presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-MT).

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Cuiabá

Com mais de 70 mil hectares, maior área de proteção ambiental de Cuiabá ganha Plano de Manejo

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Luiz Alves

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No Dia da Árvore, nesta terça-feira (21), o prefeito de Cuiabá, em ato simbólico e comemorativo, plantou uma muda de ipê-amarelo no jardim do Palácio Alencastro. Na ocasião ele também recebeu em mãos o Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental Municipal Aricá-Açu, a maior APA em território cuiabano, com 70 mil hectares.

“Quero parabenizar toda a equipe da Secretaria de Meio Ambiente, em nome do secretário Renivaldo Nascimento,  e dizer que são com ações como essa que vamos avançando no desenvolvimento sustentável, na preservação da nossa fauna e flora, protegendo o nosso maior patrimônio natural, o nosso meio ambiente como um legado para as futuras gerações. Essa é uma conquista da nossa gestão que incentiva, potencializa e dá todas as condições para que os nossos dedicados servidores cumpram a sua missão e elaborem documentos que, com certeza, são um protocolo perpétuo para o futuro”, disse o prefeito Emanuel Pinheiro.

Plantar hoje para ver florescer no futuro. A concepção de um Plano de Manejo tem suas semelhanças com o plantio de uma árvore, se o objetivo é se refrescar em uma sombra, é plantando, como fez o prefeito Emanuel Pinheiro pela manhã que se alcança a meta. Quando falamos de políticas públicas a lógica é a mesma, é planejando que a árvore de ações cresce.

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O Plano de Manejo nada mais é do que um plano de gestão, um documento técnico, orientado pelos objetivos de criação da unidade no qual se estabelece o zoneamento e as normas que devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais.

“Um gestor não consegue fazer nada sem ter um plano, primeiro se planeja, se entendo que se tem nas mãos para então manusear. A gestão Emanuel Pinheiro tem se destacado nas ações de preservação ao meio ambiente, respeito aos animais e construção de uma cidade cada vez mais sustentável e sob a liderança do nosso prefeito vai continuar plantando boas ações para que as futuras gerações colham bons frutos”, disse o secretário de Meio Ambiente, Renivaldo Nascimento.

Desde o ano de 2008, Cuiabá já dispõem de uma legislação criando a área de proteção. “Mas somente nessa administração, que atua pautada pelo entendimento da necessidade do desenvolvimento sustentável, é que o Plano de Manejo foi elaborado o que vai possibilitar atividades em uma área que abriga recursos hídricos, naturais e paisagísticos de grande relevância, mas em consonância a esse documento”, explicou o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro.

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A elaboração do PM, que conta com mais de 500 páginas, foi realizado pela empresa de Consultoria Ambiental Ecossistema. A supervisão foi realizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente por meio das Diretorias de Parcelamento dos Solos e Projetos Públicos e de Gerenciamento Ambiental.

“O Plano de Manejo foi elaborado de forma participativa, com o intuito de gerar um envolvimento maior com a comunidade, tornando o documento mais completo e a sua implementação mais efetiva. A troca de experiências aproxima o gestor da realidade local, favorecendo a proposição de metas e objetivos exequíveis. A APA Municipal do Aricá-Açu dispõe de 73.195,4683 hectares”, diz trecho do documento.

A criação da Área de Proteção Ambiental do Aricá-Açu” vai contribuir para com a proteção da zona de transição entre as formações florestais do Planalto do Guimarães e o início da Planície do Pantanal

Vai assegurar ainda a conservação do bioma Cerrado, garantir o uso sustentável dos recursos naturais da região, baseado em um zoneamento socioambiental, além de assegurar a proteção de comunidades tradicionais remanescentes dos Quilombos e representantes da convivência harmônica com o Cerrado. Também possibilitará o resguardo ao patrimônio Arqueológico e Cultural da região.

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