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VÍDEO: Vulcão em erupção forma gigantes gêiseres de lava na Islândia

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Vulcão em erupção forma gigantes gêiseres de lava na Islândia
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Vulcão em erupção forma gigantes gêiseres de lava na Islândia

Quase dois meses. Este é o período em que a população que vive a 40 km da capital da Islândia – Reykjavik – observa os enormes gêiseres de lava vulcânica que são jorrados aos céus por conta de uma erupção vulcânica. As informações são da AFP. Veja o momento das explosões:


A polícia local delimitou um perímetro de segurança, para que acidentes sejam evitados. Isso porque fragmentos de rochas em altíssimas temperaturas caem do céu após as erupções de lava do vulcão, no vale Geldingadalir, perto do Monte Fagradalsfjall. Esse fenômeno é chamado de piroclastos – o ato de ‘chover’ salvas de lava, fragmentos de rocha sólida ainda quentes e potencialmente mortais.

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Segundo estimativas do Escritório Meteorológico Nacional, um dos jatos de lavas que o vulcão atirou para os céus ultrapassou os 460 metros de altura.

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Henrike Wappler, uma alemã que mora próximo do vulcão, descreve que as cenas são “incríveis”. Sua filha acrescente: “Sinto-me muito pequena perante o poder da Terra (…) Mas não tenho medo!”

Os moradores locais sabem quando a próxima explosão ocorrerá pois um rugido intenso avisa que o próximo gêiser é iminente.


“Parece um avião no céu. Não é todo dia que podemos admirar um vulcão de tão perto. É algo realmente incrível e lindo”, explica Freija Wappler-Fridriksdóttir.

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Quase metade dos alunos da rede pública não conhece o ensino técnico, diz estudo

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Escola pública
Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Quase metade dos alunos de escolas públicas não conhece o ensino técnico, afirma pesquisa encomendada pelo Itaú Educação e Trabalho e pela Fundação Roberto Marinho. Além disso, 32% afirmam que só ouviram falar da modalidade.

O levantamento, realizado pela Plano CDE, empresa especializada em avaliação de impacto, ouviu mil jovens que cursam o 9º ano do ensino fundamental e o 1º ano do Ensino Médio da rede pública de todas as regiões do país, entre os dias 5 e 28 de julho.

“Esse desconhecimento é grande porque a oferta de ensino profissional no Brasil ainda é muito pequena, de só 12% das matrículas”, afirma a superintendente do Itaú Educação e Trabalho, Ana Inoue.

Por outro lado, 69% revelam alta ou muito alta a possibilidade de cursá-lo caso tivessem a oportunidade de conciliar com o ensino regular e 93% concordam que deveria ter o ensino profissionalizante nas escolas de Ensino Médio para todos os estudantes que tiverem interesse.

“Este estudo é de extrema importância, porque destaca a relação entre escola e trabalho, a partir de dados que chamam a nossa atenção: 90% dos estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental e 1º ano do Ensino Médio consideram que a escola deveria prepará-los para o mercado de trabalho”,  afirma o secretário geral da Fundação Roberto Marinho, Wilson Risolia.

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Porém, 84% acham que há poucas escolas com essa modalidade de ensino, 53% dizem não ter nenhuma perto de casa, 54% não conhecem escola técnica e 45% sequer já ouviram falar de alguma instituição do tipo, o que acarreta desestímulo para considerar a modalidade.

“A pesquisa enfatiza o potencial do Ensino Médio na formação profissional dos jovens e a preferência manifestada por eles pela qualificação para o trabalho, enquanto estudam. Este achado do estudo reforça a relevância da Lei da Aprendizagem, que mantém o jovem na escola ao mesmo tempo em que oferece a oportunidade do primeiro emprego, com todas as garantias”, diz Risolia.

Os estudantes também demonstraram relevância em ter acesso ao mundo do trabalho no Ensino Médio. Para 83% deles, o ensino técnico poderia ajudar a conseguir um emprego, e 98% acham importante a escola capacitá-los para o mundo do trabalho, enquanto 75% acreditam que a escola prepara pouco ou nada para o mundo profissional. Ao mesmo tempo, 56% dizem que o ensino técnico facilitaria a entrada na faculdade.

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Na avaliação de Inoue, o ensino técnico brasileiro carrega um estigma que desde sua criação em 1909. Naquele momento, o decreto de sua instituição afirmava que ele existiria para “atender os pobres, desvalidos da sorte da fortuna”.


“Era uma formação mais alienada. O profissional era formado em uma área e não tinha possibilidade de crescimento. A gente tem que avançar para um ensino técnico moderno, em que os cursos de adaptem muito rapidamente em função das mudanças exigidas pelo mercado de trabalho”, analisa.

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