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1ª Corrida Diálogos com a Sociedade já tem 1/3 das vagas preenchidas

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Em apenas cinco dias após o lançamento, a 1ª Corrida Diálogos com a Sociedade já teve 36% das vagas preenchidas. Se você quer participar desse evento esportivo, não perca tempo! As inscrições são limitadas e feitas exclusivamente de maneira online, aqui. O valor é de R$ 50, mais 1 kg de arroz ou feijão e R$ 10 de taxa de administração do site. A corrida é promovida pelo Ministério Público de Mato Grosso (AMMP), em parceria com a Associação Mato-Grossense do Ministério Público (AMMP).A promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, que é maratonista, já garantiu a inscrição para a prova de 10 km. “É uma ótima oportunidade para confraternizar com amigos, colegas do MPMT e com a população em geral. Estou confiante de que será um evento de grande sucesso. O esporte tem esse poder de aproximar as pessoas. Parabenizo o Ministério Público pela iniciativa, excelente!”, afirmou.O também maratonista e promotor de Justiça Rubens Alves de Paula está igualmente confirmado nos 10 km. “Como sempre participo das corridas que acontecem em Cuiabá, não poderia ficar de fora da nossa. O que sempre me motivou a ser corredor de rua é a energia contagiante dos eventos, o cuidado com a saúde e o congraçamento com os amigos. E a expectativa é a de sempre, fechar bem a corrida”, garantiu.A chefe do Departamento de Planejamento e Gestão do MPMT, Annelyse Cristine Candido Santos, que está assessorando o desenvolvimento do projeto Diálogos com a Sociedade, também está com a vaga garantida. “A corrida surge como mais um importante mecanismo de aproximação, conectando-se à promoção da saúde integral, ao fortalecimento da integração entre membros e servidores e, principalmente, à interação com a comunidade em geral. Minha expectativa é de uma ampla participação da sociedade e de que possamos, juntos, divulgar ainda mais o papel do Ministério Público na defesa de direitos e interesses coletivos”, defendeu.A oficial de gabinete Valéria Thais da Silva Alves garantiu a vaga assim que abriram as inscrições. Ela conta que ficou na dúvida, mas acabou optando pelos 5 km. “Como já tenho a corrida na minha vida, achei muito bacana unir isso ao órgão onde trabalho. É gratificante fazer o que amo ao lado de colegas e ainda contribuir com as associações beneficiadas. Estou animada para confraternizar com todos, inclusive com quem não é do MPMT, mas não perde uma boa corrida. E sigo tentando convencer meu chefe a encarar os 3 km!”, revelou.A assistente ministerial e maratonista Hajimy Claudia Wada da Silva, que vai correr 5 km, conta que será a primeira corrida dela enquanto servidora do MPMT. “É uma alegria participar da prova da instituição onde trabalho, será uma linda festa, na qual espero encontrar muitos amigos e colegas de dentro e de fora do MP. Achei ótimo o valor, acessível, especialmente em um cenário em que as corridas estão cada vez mais caras. Também gostei da premiação diferenciada para os servidores, que acaba sendo um incentivo para que mais colegas pratiquem atividade física, como eu, que já amo a corrida”, pontuou.Confira aqui o regulamento completo da corrida.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT capacita servidores sobre planejamento de contratações e uso de IA

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promoveu, nos dias 24 e 25 de setembro, uma capacitação voltada aos servidores da área-meio sobre planejamento de contratações públicas e o uso de novas tecnologias no desenvolvimento dos documentos exigidos pela legislação. Com o tema “O planejamento da contratação com base na Lei 14.133/2021 – construindo ETPs e TR com uso do ChatGPT e outras tecnologias para servidores do MPMT”, o curso foi ministrado pelo professor Sandro Bernardes, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU).Ao longo dos dois dias, os participantes tiveram contato com aspectos relacionados ao planejamento das contratações, especialmente à elaboração de documentos como o Estudo Técnico Preliminar (ETP) e o Termo de Referência (TR), além de conhecerem possibilidades de aplicação da inteligência artificial e de outras ferramentas tecnológicas na rotina de trabalho.Para o assessor especial da Subprocuradoria-Geral de Justiça Administrativa, José Fabrício Silva, a capacitação ocorre em um momento importante de adaptação às exigências trazidas pela nova legislação de contratações públicas.“Esse tipo de capacitação é fundamental por dois aspectos essenciais. O primeiro é que as equipes que constroem essas demandas de contratação ainda precisam de formação sobre a estrutura dos documentos e tudo o que precisa ser preparado para que uma contratação seja realizada”, explicou.José Fabrício também destacou a utilização da inteligência artificial como uma ferramenta capaz de auxiliar os servidores diante do volume e da complexidade dos documentos produzidos no processo de contratação. “São documentos, às vezes, de muitas páginas, de uma estrutura que a lei exige que seja feita. A capacitação realmente veio para ajudar no dia a dia”, afirmou.Na avaliação do servidor, a incorporação de novas tecnologias à administração pública tende a fazer parte cada vez mais da rotina. “Quanto mais capacitadas as pessoas para darem conta de acompanhar esse avanço, que não é só no setor público, mas também no setor privado, melhores serão os resultados para a administração e, consequentemente, para a população”, ressaltou.A servidora Débora Luz, que atua na Coordenadoria de Engenharia e acompanha atividades relacionadas ao departamento, também destacou a importância da formação continuada. Entre suas atribuições estão o assessoramento na elaboração de documentos relacionados às contratações de engenharia, com atenção à legislação e às normas aplicáveis.Para ela, cursos dessa natureza são fundamentais para o aprimoramento dos processos de contratação do Ministério Público. “Não só importante, como essencial, fundamental. Uma condição sem a qual não é possível nós evoluirmos nossas contratações e licitações aqui no Ministério Público”, afirmou.Débora defendeu ainda que a capacitação seja realizada de forma permanente, permitindo o aprofundamento dos conhecimentos e a aplicação prática dos conteúdos. “A cada etapa, a cada curso, você permite se aprofundar mais na matéria e aplicar na sua prática. Então, sem uma reincidência, um retorno disso, eventualmente até com alguns mesmos professores ou mesmas temáticas, a gente não consegue andar evoluindo os resultados”, explicou.Para a servidora, a participação de especialistas com experiência na administração pública federal também contribui para aproximar o conteúdo apresentado da realidade enfrentada pelas equipes do MPMT.O professor Sandro Bernardes ressaltou que a atualização dos servidores é essencial diante das transformações pelas quais passa a administração pública. Segundo ele, o curso integra um processo de desenvolvimento de capacidades e habilidades necessárias aos profissionais que atuam em todas as etapas da contratação pública, desde o planejamento até a entrega do objeto à sociedade. “Não existe retrocesso” no uso da inteligência artificial, afirmou o professor, ao destacar que essas ferramentas tendem a ser incorporadas cada vez mais ao cotidiano profissional.O instrutor também chamou atenção para o papel da tecnologia como instrumento de apoio ao trabalho dos servidores, e não como substituta da atuação humana. Para ele, ferramentas de inteligência artificial podem potencializar o trabalho, proporcionando maior celeridade e novas possibilidades de pesquisa e análise, mas a supervisão humana permanece indispensável. “O que as plataformas, os chats e as IAs que temos à disposição vão fazer por nós é potencializar o nosso trabalho”, explicou.Sandro Bernardes destacou ainda que a responsabilidade pelas decisões continua sendo humana, especialmente no serviço público, que tem como finalidade atender às necessidades da sociedade. “A supervisão humana ainda é necessária, primeiro pela responsabilidade que a gente tem diante da comunidade civil. A plataforma nunca vai se comportar como ser humano; ela vai emular, vai usar algoritmos, números para tentar traduzir aquilo que considera como interesse público”, afirmou.Segundo o professor, a tecnologia pode ampliar as possibilidades de atuação dos servidores, mas não substitui aspectos próprios da experiência humana, como a capacidade de compreender contextos, interpretar situações e manter proximidade com a sociedade.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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