Mato Grosso

2ª Etapa Nacional de Parabadminton foi aberta oficialmente nesta terça-feira (26)

Publicado

A abertura oficial da 2ª Etapa Nacional de Parabadminton ocorreu na terça-feira (26.8), no Aecim Tocantis, em Cuiabá. A celebração teve a presença do Secretário de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel), David Moura e do Secretário Adjunto de Esporte, Beto Corrêa.


A 2ª Etapa Nacional de Parabadminton ocorre até esta quinta-feira (28), reunindo cerca de 134 atletas de 14 estados do país, que representam 36 clubes do Brasil. Esta será a última oportunidade de classificação para o Campeonato Pan-Americano da modalidade.

O parabadminton é um esporte jogado com raquete e peteca que, em geral, é praticado por atletas com deficiência física. Desta forma, ele tem como objetivo garantir uma maior inclusão social.

O torneio está sendo disputado nas classes cadeirantes (WH), andantes (SL), de Baixa estrutura (SH) e Deficiência intelectual (SI). Cada uma destas classes pode receber subdivisões determinadas de acordo com o nível de funcionalidade dos atletas. As disputas ocorrem em simples, duplas e mistas.

Leia mais:  Mato Grosso fecha 2025 como o 4º maior exportador brasileiro

Entre os atletas que marcam presença na competição, está a brasiliense Daniele Souza. A atleta foi ouro no simples feminino e prata nas duplas femininas WH1-WH2 nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023, bronze no individual nos Jogos Parapan-Americanos Lima 2019 e prata no individual no Pan-Americano da modalidade de 2018 no Peru.

Na segunda-feira (25), primeiro dia da disputa, foi marcado pelo bom desempenho dos atletas brasileiros, que conquistaram medalhas no último Internacional do Peru, torneio finalizado em 17 de agosto. O destaque ocorreu para Ana Gomes e Auricelia Evangelista, as duas da classe WH1 (cadeirantes), Àgata Sousa da SH (baixa estrutura) e outras.

Já na terça-feira (26), segundo dia da disputa, foi marcado pelas vitórias de Yuki Rodrigues, Bruna Vasconsellos da SU5 (andantes), do atleta Vinicius Costa da SH (baixa estatura), além de outros.

O evento é gratuito.

Serviço:

2ª Etapa Nacional de Parabadminton
Local: Ginásio Aecim Tocantis
Horário: a partir das 8h

Fonte: Governo MT – MT

Leia mais:  Expedição SER Família Mulher leva capacitações a Alta Floresta nesta quarta-feira (13)

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

Publicado

Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

Leia mais:  Expedição SER Família Mulher leva capacitações a Alta Floresta nesta quarta-feira (13)

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana