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7º Simpósio de Reprodução Bovina abre inscrições em Palmas-TO

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Estão abertas as inscrições para o 7º Simpósio de Reprodução Bovina – SRB 2025, que será realizado no dia 12 de setembro, a partir das 7h, no auditório da Ulbra Palmas, em Tocantins. A expectativa é reunir cerca de 500 participantes, incluindo médicos-veterinários, zootecnistas, técnicos agropecuários, produtores rurais e estudantes interessados em estratégias para melhorar a eficiência reprodutiva dos rebanhos.

Especialistas internacionais e nacionais confirmados

O evento contará com a presença de nomes de destaque na pecuária, como:

  • Gabriel A. Bó, argentino, referência mundial em FIV, TE e IATF;
  • Pietro Baruselli, professor da USP e considerado o “pai” da inseminação em tempo fixo no Brasil;
  • Pedro Veiga Rodrigues Paulino, gerente global da Cargill Nutrição Animal e especialista em nutrição e desempenho de bovinos de corte;
  • Rodolfo Mingoti, gerente técnico da MSD Saúde Animal;
  • Luciano Lobo, especialista em rastreabilidade;
  • Márcio de Oliveira Rezende, diretor da Adapec/TO.
Programação aborda reprodução, nutrição e mercado

O simpósio oferecerá palestras e painéis sobre:

  • IATF em novilhas zebuínas;
  • Fisiologia e sanidade em programas reprodutivos;
  • Decisões estratégicas em vacas paridas;
  • Nutrição aplicada à reprodução;
  • Manejo em fazendas de cria;
  • Rastreabilidade individual e identificação como ferramenta de sanidade;
  • Análise de mercado e impacto das tarifas dos EUA sobre a carne bovina brasileira, com apresentação da Agrifatto.
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Inscrições e parcerias

As inscrições podem ser realizadas pelo site: https://srbto.com.br/.

O simpósio é promovido pela Clivar Reprodução Bovina, em parceria com a MSD Saúde Animal e o Senar Tocantins, com apoio de Remate 63, Cargill/Nutron, Ulbra Palmas, ST Repro, Pronto Fibra e SmartPEC.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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