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Amor e solidariedade levam a mais de 40 adoções de cães e gatos em feira

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Quarenta e um animais, incluindo 26 gatos e 15 cães, foram adotados neste fim de semana durante a “Feira de Adoção – Cuide Bem do Seu Amor”, promovida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Pantanal Shopping, Associação Lunaar e Finotrato. A iniciativa encerrou a programação da campanha promovida pelo Ministério Público e parceiros, voltada à proteção animal e ambiental.

Além da adoção dos animais, a ação também resultou na doação de aproximadamente 200 kg de rações. A arrecadação foi viabilizada entre membros e servidores do Ministério Público, nas sedes da Procuradoria-Geral e Justiça e das Promotorias de Cuiabá.

“Ficamos extremamente felizes com o evento. Se por um lado ainda existem registros de maus-tratos a animais, por outro, existe um contingente muito maior de pessoas preocupadas e engajadas em garantir à sua proteção. Com esta campanha, além de evitar que mais animais fiquem nas ruas, foi oportunizado às famílias a possibilidade de transformarem os seus lares com a chegada de um animal de estimação”, destacou a subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Claire Vogel Dutra.

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Mobilização – A campanha de conscientização desenvolvida pelo Ministério Público e seus parceiros no mês de agosto teve ampla repercussão, com outdoors em locais estratégicos, além de divulgação em ônibus (busdoor). Vídeos sobre as temáticas também foram exibidos gratuitamente pela TV Centro América. Além disso, durante o mês de agosto a Rádio CBN Cuiabá promoveu entrevistas às segundas e quartas-feiras, destacando a importância do cuidado com os animais e o meio ambiente.

Crédito Foto: Pantanal Shopping

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Júri condena réu a 48 anos por feminicídio e homicídio qualificado

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O Tribunal do Júri da Comarca de São José dos Quatro Marcos (315 km de Cuiabá) condenou, nesta quarta-feira (22), Millykovik de Almeida Pereira a 48 anos, 7 meses e 10 dias de reclusão, em regime fechado. O réu foi responsabilizado por duplo homicídio qualificado, sendo um deles reconhecido como feminicídio, cometido no contexto de violência doméstica e familiar, com emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas.O julgamento contou com a atuação do promotor de Justiça Jacques de Barros Lopes, que representou o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) durante a sessão plenária e sustentou a tese acusatória, defendendo o reconhecimento das qualificadoras descritas na denúncia.De acordo com a acusação, o crime ocorreu na madrugada do dia 26 de junho de 2025, por volta das 3h40, em uma residência localizada na Rua Fortaleza, nas imediações do Mini Estádio Municipal de São José dos Quatro Marcos. As vítimas foram Marielly Ferreira Campos, de 16 anos, companheira do réu, e Wallisson Rodrigo Scapin Gasques, de 25 anos.Conforme apurado nas investigações, o réu mantinha um relacionamento amoroso com a adolescente, mas tinha conhecimento de que ela também se envolvia afetivamente com a outra vítima, situação que já havia motivado desentendimentos anteriores. Na madrugada dos fatos, ao se dirigir até a residência onde Marielly se encontrava, Millykovik de Almeida Pereira flagrou a jovem e Wallisson juntos em um dos cômodos da casa.Dominado por intenso sentimento de raiva, ciúmes e inconformismo, o acusado empunhou uma faca e desferiu diversos golpes contra as duas vítimas. O Ministério Público sustentou que o ataque ocorreu de forma repentina, durante a madrugada, em ambiente fechado, impedindo qualquer possibilidade de defesa ou reação das vítimas.Durante o julgamento, os jurados acolheram integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público, reconhecendo o feminicídio em razão da condição do sexo feminino da vítima Marielly, no contexto da violência doméstica e familiar, além do motivo torpe e do recurso que dificultou a defesa das vítimas.Diante da gravidade dos fatos, o Juiz Presidente fixou a pena em patamar elevado, determinando o cumprimento em regime fechado e a manutenção da prisão do réu.“Trata-se de uma condenação que reafirma o compromisso do sistema de Justiça com a proteção da vida das mulheres e com o enfrentamento à violência doméstica e familiar. Além disso, a pena aplicada reflete a gravidade dos fatos e a forma covarde como o crime foi cometido”, destacou o promotor de Justiça.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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