Mato Grosso

Governo entrega cheque de R$ 27 mil do Nota MT ao Hospital de Câncer

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O Governo de Mato Grosso entrega, nesta quarta-feira (04.09), um cheque do programa Nota MT no valor de R$ 27 mil ao Hospital de Câncer de Mato Grosso.

O evento será realizado às 15h, na sede do hospital, com a presença da primeira-dama Virginia Mendes, e dos secretários de Estado de Fazenda (Sefaz), Rogério Gallo, e de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasi Bugalho.

O valor do cheque a ser entregue corresponde às indicações recebidas pelo Hospital de Câncer no último sorteio do Nota MT, referente ao mês de julho. Na ocasião, a entidade foi escolhida por 71 ganhadores. Um deles foi premiado com R$ 100 mil, o maior valor sorteado pelo programa, o que resultou em uma doação de R$ 20 mil apenas por essa indicação.

No total, o hospital já recebeu R$ 741,2 mil desde o início do programa Nota MT.

Em cada sorteio do programa Nota MT, são distribuídos R$ 900 mil em prêmios aos cidadãos, que solicitam o CPF na nota e estão inscritos no programa. Todas as instituições indicadas pelos sorteados recebem o equivalente a 20% de cada prêmio, somando R$ 180 mil.

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Atualmente, o Nota MT conta com 260 entidades com cadastro ativo, das quais 255 já receberam recursos do programa de incentivo à cidadania fiscal. Ao todo, foram repassados R$ 8.200.800,00.

Serviço

Entrega de cheque do Nota MT
Data: Quarta-feira (04.09)
Horário: 15h
Local: Hospital de Câncer de Mato Grosso

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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