Mato Grosso

Polícia Civil cumpre seis mandados contra grupo envolvido em sequestro e morte de vítima na fronteira

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A equipe da Delegacia de Pontes e Lacerda cumpriu, nesta terça-feira (17.09), dentro da Operação Símbolos, seis mandados de prisão e de buscas contra um grupo envolvido no sequestro e assassinato de um jovem, ocorrido no início deste mês, na cidade.

No dia 1º de setembro, um grupo sequestrou Reinaldo Aguiar Gomes Júnior, de 19 anos, que estava em uma tabacaria da cidade. A vítima era natural da cidade de Aquidauana (MS).

A investigação da Delegacia de Pontes e Lacerda apurou que a vítima tem uma tatuagem no dorso da mão direita com o símbolo de yin-yang – o que, supostamente representaria uma facção criminosa rival à dos investigados.

O grupo criminoso levou a vítima, à força, até uma residência, onde Reinaldo foi torturado e teve seu aparelho celular vasculhado para tentar encontrar eventual relação com a facção rival. Após isso, os investigados foram com a vítima para um local afastado, que ainda não foi identificado, e a executaram.

Com o avanço das investigações, os policiais civis identificaram todos os envolvidos no crime, sendo quatro adultos, entre eles uma mulher; e dois adolescentes.

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Nesta terça-feira, foram cumpridas três prisões dos investigados. Em uma das residências alvo das buscas foram apreendidas 185 munições de calibre 9 mm e um carregador de pistola.

A tabacaria se recusou a fornecer à Polícia Civil as imagens que mostram o momento em que a Reinaldo foi levado do local. A equipe da Delegacia de Pontes e Lacerda segue com as investigações para localizar o corpo da vítima.

A Operação Símbolos faz parte da Erga Omnes, planejamento estadual da Polícia Civil de Mato Grosso para combate a organizações criminosas.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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