Policia Federal

PF atua no combate a compra de votos em Ramilândia/PR

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Foz do Iguaçu/PR. Na manhã deste domingo (6/10), policiais federais foram informados por um cidadão sobre a compra de votos no município de Ramilândia/PR. A cidade possui apenas um local de votação, que estaria sendo usado para essa prática. O relato mencionava um candidato a vereador que estaria comprando votos.

A compra de votos ocorre quando um candidato a cargo eletivo doa, oferece, promete ou entrega para o eleitor qualquer bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza – inclusive emprego ou função pública – com a finalidade de obter-lhe o voto.

A equipe da Polícia Federal realizou buscas na cidade e identificou o homem que aparecia nas imagens das câmeras de segurança. Os policiais também encontraram dinheiro em sua carteira. O homem foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Matelândia para prestar depoimento e para que as medidas cabíveis fossem tomadas pela autoridade policial.

Caso o ilícito eleitoral seja comprovado, ele poderá ser condenado a uma pena de multa, além da cassação do registro ou do diploma.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR
[email protected]
Canal para Denúncia: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF deflagra segunda fase de operação para apurar suposto desvio de recursos públicos na UFF

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Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2/7), a segunda fase da Operação Quadro Negro, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF).

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, foram apreendidos documentos e um disco rígido (HD).

As investigações apuram suposto esquema de corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 9,6 milhões. Segundo as apurações, servidores e representantes de empresas contratadas pela universidade teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos.

Nesta fase, a Polícia Federal busca esclarecer a atuação de empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses anteriormente identificados, com indícios de continuidade das atividades investigadas até 2019.

Leia mais:  PF e BPFron prendem homem em flagrante pelo crime de contrabando de cigarros estrangeiros no PR

Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Comunicação Social da PF no RJ
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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