Policia Federal

PF investiga crime de compra de votos no CE

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Fortaleza/CE. Um dia após o encerramento do primeiro turno, a Polícia Federal cumpriu seis mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Eleitoral do Ceará, na manhã desta segunda-feira (7/10), com o objetivo de investigar crime de compra de votos nas Eleições Municipais de 2024. Na ação, policiais federais cumpriram as ordens judiciais na cidade de Fortim.

A investigação teve início após a apreensão de R$ 10 mil em espécie no dia 6/10, dia das Eleições, em posse de candidato a prefeito do município. Na ocasião, o veículo do candidato foi abordado por policiais militares que localizaram o dinheiro ocultado no porta luvas, junto de material de campanha da própria candidatura.

Durante o cumprimento dos mandados e realização da busca e apreensão, foram apreendidos R$ 129.350,00 em espécie, três aparelhos celulares e identificados diversos materiais impressos de campanha, denominados “santinhos”, nos endereços dos suspeitos. As investigações continuam e novos detalhes poderão emergir sobre o abuso de poder econômico para fins eleitorais.

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A Polícia Federal reafirma seu compromisso com a proteção do processo eleitoral e a importância de combater práticas que possam comprometer a legitimidade das eleições. As denúncias podem ser feitas de forma anônima por meio do canal de comunicação Comunica PF na internet.

Comunicação Social PF Ceará
Fone: (85) 99972-0534
@pfceara

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

Regulamentação do Estatuto da Segurança Privada amplia fiscalização e fortalece atuação da PF

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Brasília/DF. A regulamentação do Estatuto da Segurança Privada foi firmada nesta terça-feira (9), por meio de decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em cerimonia no Palácio do Planalto. O documento estabelece regras e procedimentos relativos à autorização, ao controle e à fiscalização dos serviços de segurança privada e da segurança das instituições financeiras.

Um dos objetivos do governo com a regulamentação é combater o número expressivo de empresas clandestinas que operam sem autorização da Polícia Federal, o que representa um grave risco à população devido ao uso indiscriminado de armas e outros equipamentos controlados.

Para o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o decreto “organiza o setor, confere previsibilidade, reduz litígios e cria um ambiente mais seguro para as empresas, trabalhadores e, sobretudo, para a sociedade brasileira. Um dos pilares centrais desse novo modelo é o fortalecimento da atuação da Polícia Federal”.

Com a regulamentação, a Polícia Federal passa a exercer, de forma ainda mais robusta, seu papel como órgão autorizador, fiscalizador e certificador das atividades de segurança privada. Caberá à instituição não apenas autorizar o funcionamento das empresas, mas também conduzir vistorias, emitir certificados de segurança e monitorar continuamente a regularidade das operações.

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Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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