Policia Federal

PF combate o contrabando de cigarros eletrônicos no estado do Rio de Janeiro

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Macaé/RJ. Na manhã desta quarta-feira, 9/10, a Polícia Federal, com apoio da Receita Federal, deflagrou a Operação No Evali para reprimir o contrabando de cigarros eletrônicos em municípios da Região dos Lagos/RJ.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos centenas de dispositivos conhecidos como cigarros eletrônicos, vapes ou pods, produtos de comercialização proibida no Brasil. Tais equipamentos estariam sendo importados e vendidos ilicitamente por estabelecimentos comerciais dos municípios citados.

Diligências prévias apontaram para fortes evidências do armazenamento e comércio ilegal dos produtos contrabandeados pelos estabelecimentos mencionados, alguns deles com situação cadastral na Receita Federal como inapta ou baixada. Os cigarros eletrônicos eram expostos, inclusive, em suas vitrines, ou acobertados sob os balcões das lojas em alguns casos, com o objetivo de realizar a distribuição aos compradores de forma velada.

Além da comercialização dos produtos no interior dos estabelecimentos, algumas das empresas que são alvo de mandados judiciais na data de hoje utilizam sites e redes sociais para a venda dos produtos contrabandeados.

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Os dispositivos apreendidos foram encaminhados para a Delegacia da PF em Macaé/RJ, responsável pela condução das apurações, e serão posteriormente encaminhados à Receita Federal. Os donos dos estabelecimentos comerciais investigados e outros envolvidos poderão responder pelo crime de contrabando, que tem pena máxima de até cinco anos de prisão.

O nome da operação decorre da Lesão Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico, conhecida como EVALI. A doença é um fenômeno de saúde pública que ganhou relevância nos últimos anos, devido aos problemas respiratórios graves associados ao uso de cigarros eletrônicos.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF autua clube e empresa de vigilância por irregularidade na segurança de jogo

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Belém/PA. A Polícia Federal autuou, nesta segunda-feira (7/9), clube mandante e a empresa de vigilância contratada para atuar na partida realizada no estádio Mangueirão, em Belém, por inconsistências no plano de segurança apresentado para o evento.

O projeto de segurança para grandes eventos, exigido pelo Estatuto da Segurança Privada, não estava aprovado pela Polícia Federal, após ter sido apresentado de forma incompleta e fora do prazo estabelecido. Além disso, foram identificados vigilantes sem o curso de extensão para atuação em eventos sociais.

Uma equipe da Polícia Federal esteve no estádio antes da partida e realiza fiscalização durante o evento. Caso sejam constatadas outras irregularidades, poderão ser lavradas novas autuações.

As irregularidades encontradas são as mesmas que geraram autuações no domingo, também em jogo de futebol no Mangueirão.

A Polícia Federal é responsável pelo controle e pela fiscalização das empresas e dos profissionais que atuam no setor de segurança privada.

Desde a entrada em vigor do novo Estatuto da Segurança Privada, em setembro de 2024, a Polícia Federal no Pará vem promovendo reuniões, eventos, visitas técnicas e ações de orientação com clubes de futebol, órgãos de segurança e demais envolvidos na realização de grandes eventos.

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Com a entrada em vigor da Instrução Normativa DG/PF nº 340, de 31 de julho de 2026, as irregularidades constatadas durante as fiscalizações passaram a ser objeto de autuação, sujeita às medidas previstas na regulamentação.

Entre as exigências legais está a comunicação à Polícia Federal, com antecedência mínima de 24 horas, dos eventos que contarão com segurança privada, acompanhada de informações sobre os vigilantes empregados e o público estimado. Para eventos sociais com público superior a mil pessoas, também é obrigatória a apresentação de projeto de segurança assinado por gestor de segurança privada, contendo, entre outros itens, análise de risco e plano de contingência.

A presença de profissionais de apoio ou orientadores é permitida, porém esses profissionais não podem exercer atividades exclusivas de vigilantes, como a realização de revista pessoal.

Comunicação Social da PF no Pará
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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