Mato Grosso

Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense começa nesta sexta-feira (11)

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A 10ª edição do Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense começa nesta sexta-feira (11.10), em Alta Floresta (a 800 km de Cuiabá). Durante 10 dias, 15 espetáculos teatrais de variados grupos de Mato Grosso e do Brasil serão apresentados gratuitamente à população.

Contemplado no edital Viver Cultura da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o evento é uma realização do grupo Teatro Experimental de Alta Floresta (TEAF). As apresentações prosseguem até domingo (20.10).

“Esse é um dos eventos culturais mais potentes do Estado, é uma atividade de difusão importantíssima, uma janela para a divulgação das produções estaduais e nacionais, além de ser um espaço de acesso da população à cultura. Para a Secel é uma satisfação viabilizar sua continuidade nessa 10ª edição”, comenta a secretária adjunta de Cultura da Secel, Keiko Okamura.

Abrangendo diferentes linguagens artísticas, o Festival conta com espetáculos teatrais destinados a diversos públicos, e também espaço livre para apresentações de cenas curtas, show musical, exposição fotográfica, gastronomia, dentre outras atividades.

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Os espetáculos ocorrem às 9h, às 15h30 ou às 19h30, no Espaço Cultural TEAF, que fica na Perimetral Rogério Silva, esquina com a rua do Araújo, em Alta Floresta. Com a programação totalmente gratuita, os ingressos são distribuídos uma hora antes de cada apresentação.

O Festival levará também algumas apresentações a escolas e à Casa da Cultura – Instituto de Artes. Haverá ainda três tertúlias teatrais, que são encontros entre artistas e grupos para conversas sobre temas inerentes ao trabalho teatral. Confira aqui a programação.

Serviço | Festival de Teatro da Amazônia Mato-grossense

Data: 11 a 20 de outubro
Local: Alta Floresta/MT
Programação: Aqui

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande

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O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.

Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.

“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.

O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.

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Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.

Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.

“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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