O ginásio poliesportivo Aecim Tocantins, em Cuiabá, será o palco da 28ª edição do Torneio Nacional de Ginástica Rítmica, que ocorre de quinta-feira (31.10) a domingo (03.11). O público poderá acompanhar gratuitamente a competição, que conta com o fomento da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).
A presidente da Federação Mato-grossense de Ginástica, Flávia Zelinda, ressalta o apoio do Governo de Mato Grosso para a prática da modalidade no Estado.
“Seja pela inserção da ginástica nos jogos escolares, pelo suporte dado aos torneios realizados aqui, a Secel tem sido fundamental para o crescimento da ginástica em nosso Estado. Agora, a realização do torneio nacional em Cuiabá vem coroar esse trabalho na melhor hora possível, logo depois de todo destaque nos Jogos Olímpicos, com finalista e apresentações belíssimas de ginastas brasileiras”, destaca a presidente da Federação.
Participam do torneio nacional ginastas de 23 estados do país, dentre os quais São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e Paraíba. De Mato Grosso, estão classificadas esportistas de Sinop, que competem nas categorias Trio Infantil e Conjunto Juvenil.
O evento contará com 585 atletas de ginástica rítmica, distribuídas nas categorias Pré-infantil (9 e 10 anos), Infantil (11 e 12 anos), Juvenil (13 a 15 anos) e Adulta (acima de 16 anos). As ginastas representam 78 diferentes clubes do Brasil.
“É uma alegria muito grande receber tantas ginastas de todo o Brasil aqui em Cuiabá, mas também uma grande responsabilidade. Podem ter a certeza de que nós nos envolvemos com muito esforço para entregar um evento grandioso, no nível que se espera de uma GR tão forte como a do nosso País”, destaca Flávia Zelinda.
A 28ª edição do Torneio Nacional de Ginástica Rítmica é uma realização da Federação Mato-Grossense de Ginástica em parceria com a Confederação Brasileira de Ginástica, e conta com o patrocínio do Governo de Mato Grosso, por meio da Secel, e das Loterias Caixa.
Programação
Quinta-feira (31.10) 8h às 12h: Treinamento Oficial (Adulto Individual e Juvenil Conjunto) 14h às 16h: Competição Categoria Juvenil Nível 2 16h15 às 18h15: Competição Categoria Juvenil Nível 1 18h20: Premiação Individual Juvenil Nível 1 e 2 18h45 às 20h15: Competição Conjunto e Trio Adulto 20h15: Premiação Conjunto e Trio Adulto
Sexta-feira (01.11) 8h às 12h30: Treinamento Oficial (Pré-Infantil individual e Infantil conjunto) 14h às 16h: Competição Categoria Adulto 16h15 às 18h15: Competição Conjunto e Trio Juvenil 18h20: Premiações Individual Adulto, Conjunto e Trio Juvenil
Sábado (02.11) 8h às 12h: Treinamento Oficial (Pré-Infantil Conjunto, Trio e Infantil Individual) 14h às 16h: Competição Categoria Pré-Infantil Nível 2 16h15 às 18h15: Competição Categoria Pré-Infantil Nível 1 18h20: Premiação Individual Pré-Infantil Nível 1 e 2 18h45 às 20h15: Competição Conjunto e Trio Infantil 20h15: Premiação Conjunto e Trio Infantil
Domingo (03.11) 8h30 às 10h30: Competição Categoria Infantil Nível 2 10h30 às 12h30: Competição Categoria Infantil Nível 1 12h30 às 12h40: Premiação Individual Infantil Nível 1 e 2 12h45 às 14h: Competição Conjunto e Trio Pré-Infantil 14h10: Premiação Conjunto e Trio Pré-Infantil
Ginástica rítmica
Na ginástica rítmica, as atletas apresentam séries que unem movimentos corporais de alta performance a componentes do balé clássico. Também são incorporados aparelhos específicos para a execução dos movimentos: corda, arco, fitas, bola e maças.
Serviço Torneio Nacional de Ginástica Rítmica Local: Ginásio Aecim Tocantins Endereço: Avenida Agrícola Paes de Barros, S/N – Verdão, Cuiabá A entrada é gratuita.
Na Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), 6.662 profissionais se dedicam diariamente para prestar um atendimento de excelência à população de Mato Grosso. Todos eles merecem reconhecimento pelo Dia do Trabalhador, comemorado em 1º de maio.
Entre os servidores, há biólogos, biomédicos, cirurgiões-dentistas, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, médicos veterinários, nutricionistas, odontólogos, psicólogos, maqueiros, entre outras categorias que prestam serviço em saúde.
Além deles, a SES também conta com advogados, administradores, analistas de sistemas, arquivologistas, arquitetos, assistentes sociais, biblioteconomistas, contadores, economistas, engenheiros, estatísticos, historiadores, motoristas, telefonistas, entre outros profissionais, todos fundamentais para o trabalho de gestão da saúde pública.
“Parabenizamos todos os trabalhadores da Secretaria de Estado de Saúde e reconhecemos o empenho desempenhado em suas funções, para que os cidadãos do Estado sejam atendidos com eficiência nas nossas unidades”, afirmou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo.
Para melhorar as condições de trabalho dos servidores e garantir o bom atendimento à população, a Secretaria investiu R$ 51,4 milhões na modernização e ampliação de sua sede em 2,4 mil metros quadrados de área construída. Além disso, a pasta investe na modernização de todas as unidades de saúde mantidas pelo Estado.
Com vasta experiência na área de saúde, a assistente social Eliete Vasconcelos, 63 anos, trabalha no Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac) desde 1999, onde tem realizado as suas atividades tanto na assistência ao usuário, como na gestão dos serviços.
“Fui gerente por duas vezes, o que me proporcionou um amplo conhecimento das legislações do SUS, especificamente da reabilitação e das atividades desenvolvidas na instituição. Tenho uma paixão enorme pelo SUS, especialmente pelo Cridac. Já tive várias propostas para sair de lá, mas eu creio que a minha missão é permanecer ali até me aposentar. Eu acho que dessa forma eu posso contribuir com o trabalho do Cridac, da SES e do SUS em geral”, contou.
A servidora participou do setor de Educação em Saúde de 2013 a 2022, ajudou a implementar o Núcleo de Educação Permanente em Saúde (Neps) e hoje é coordenadora no grupo condutor estadual da Rede de Cuidados da Pessoa com Deficiência (PCD), em que contribui para a melhoria das atividades desenvolvidas pelas unidades de saúde em prol de PCDs.
“O público-alvo do meu atendimento são os trabalhadores tanto do Cridac, como dos Escritórios Regionais de Saúde, das unidades descentralizadas de reabilitação e dos centros especializados, em que passo informações e orientações, discutimos as políticas vigentes, os projetos terapêuticos singulares, as padronizações dos processos de trabalho. Trabalhamos também dentro do grupo condutor a implantação de habilitação e a implementação da rede de cuidados no Estado”, afirmou.
A enfermeira Mariinha Batista, 54 anos, trabalha no Hospital Estadual Santa Casa desde 2019 e entende que, para além do paciente, precisa ter um olhar cuidadoso para os acompanhantes, para a sua família.
“Trabalhar na Santa Casa é uma dádiva de Deus, por unir o que eu mais gosto, que é a minha profissão de enfermagem, e saber que estou contribuindo para a recuperação daqueles que procuram os serviços de saúde na nossa instituição”, contou.
A servidora soma 30 anos de experiência na área de enfermagem, mas continua desenvolvendo novas competências todos os dias. “A cada plantão, a gente aprende algo. Isso é muito importante para o nosso desenvolvimento como pessoa, profissional e ser humano. Quando chego no final de cada plantão e vejo o paciente com um largo sorriso, agradecendo pelo ótimo atendimento, dizendo que está melhor e não sente mais dores, isso não tem preço. Eu vou para a minha casa com o coração pulando de alegria”, disse.
Ela lamentou as situações tristes que, às vezes, acontecem. “Também tem aquelas situações que, infelizmente, a gente sai em lágrimas: o momento da perda que existe na nossa área. Já aconteceu comigo de eu ter que ir no outro cômodo chorar, lavar o rosto e voltar para fazer o acolhimento daquela família que teve a perda do seu ente querido”, confessou.
Mariinha considera que a equipe da Santa Casa é muito competente e comprometida, que trabalha sempre na mesma sintonia para o bem de todos que procuram o atendimento da unidade.
“A Santa Casa é um hospital de suma importância para o atendimento de toda a população, não só de Mato Grosso, mas sim do Brasil. Temos paciente de vários Estados. Hoje sou uma profissional realizada, amo a minha profissão e estou em um dos melhores hospitais da região”, concluiu.
A enfermeira Rosimeire Krause, 56 anos, sendo 31 anos no MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, destaca a relação de respeito com os pacientes.
“Minha relação com os usuários é pautada no respeito, na escuta e no acolhimento, especialmente por se tratar de um serviço que envolve tanto a solidariedade dos doadores quanto a vulnerabilidade dos pacientes”, avaliou.
A servidora trabalha desde 2018 na área de gestão da qualidade do hemocentro. “Nesse papel, trabalho na implementação de ferramentas voltadas para a melhoria contínua dos processos, sempre com foco na segurança, eficiência e qualidade do atendimento do MT Hemocentro”, afirmou.
Rosimeire já atuou diretamente na assistência, executando, supervisionando e avaliando os procedimentos hemoterápicos no atendimento a doadores de sangue e também no acompanhamento ambulatorial de pacientes com doenças hematológicas, especialmente em transfusão sanguínea.
“Esse contato direto com o público sempre foi muito significativo para mim, pois permitiu compreender de perto as necessidades dos usuários e ajudar a proporcionar um atendimento mais humanizado. Acredito que minha trajetória contribui para o fortalecimento dos serviços de hemoterapia no Estado, principalmente por aliar experiência prática, gestão e qualidade”, avaliou.
Já a biomédica Dilma de Alencar, 59 anos, trabalha no Laboratório Central de Saúde Pública do Estado de Mato Grosso (Lacen-MT), também da SES-MT, há 25 anos.
“A minha experiência na SES foi muito boa porque nesses 25 anos eu aprendi muito e todos os dias eu aprendo mais. Todo dia é um aprendizado. É muito gratificante trabalhar no Lacen, fazer parte da SES e servir o público, atender e ver que você conseguiu chegar no resultado final rapidamente”, afirmou.
A servidora é a responsável técnica pela recepção das amostras para a realização dos exames no Lacen; ela presta todos os esclarecimentos necessários e tira as dúvidas de representantes dos 142 municípios.
“Eu preconizo que ninguém fique sem resposta e que todos sejam bem atendidos. Eu sempre falo para a minha equipe: ‘vamos nos colocar no lugar dos outros, vamos pensar que poderia ser um exame meu, do meu filho, de uma família’. Então sempre tenho este olhar de me colocar no lugar do outro, de estar ali esperando alguém me dar uma resposta sobre o exame”, avaliou.
Dilma destacou a importância da união de toda a equipe para o excelente desempenho do Lacen. “Eu tenho 25 anos como funcionária pública e nunca faltei ao serviço porque simplesmente não quis ir trabalhar. É muito gratificante, eu amo o que eu faço”, concluiu a profissional.
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