Mato Grosso

Polícia Civil identifica adolescentes como autores de vandalismo em câmeras de segurança em Arenápolis

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O inquérito policial instaurado na Delegacia de Arenápolis para apurar o caso de furto e vandalismo que resultou na destruição de três câmeras do sistema de videomonitoramento Vigia Mais MT foi concluído pela Polícia Civil, na quarta-feira (26.2), com a identificação de dois adolescentes como autores do ato de vandalismo.

Os menores, de 15 e 16 anos, confessaram a autoria e responderão pelos atos infracionais análogos aos crimes de furto qualificado e dano qualificado ao patrimônio público.

A identificação dos autores foi possível após investigação conduzida pela Polícia Civil, que empregou técnicas de inteligência para elucidar o caso. Com base nas evidências levantadas, os investigadores confrontaram os adolescentes, que admitiram a autoria do ato de vandalismo.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Hugo Abdon, dos três dispositivos vandalizados, um foi recuperado pela Polícia Civil, mas encontra-se danificado. A remoção e destruição das câmeras prejudicaram temporariamente o monitoramento em pontos estratégicos da cidade.

“A Polícia Civil apura os indícios de que os ataques possam ter sido ordenados por membros de facção criminosa, uma vez que o grupo teria orientado os adolescentes a destruir os equipamentos para comprometer o funcionamento do sistema de segurança pública na região, dificultando a atuação das forças de segurança”, explicou o delegado.

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A Polícia Civil segue investigando o envolvimento da facção criminosa e adotando medidas para reforçar a segurança do sistema de videomonitoramento. As providências legais cabíveis serão tomadas em relação aos adolescentes envolvidos, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso

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A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.

As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.

David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.

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Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.

Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.

Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.

Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.

Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.

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“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.

Fonte: Governo MT – MT

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