Mato Grosso

Polícia Militar prende homem e apreende adolescente por tráfico de drogas

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Policiais militares do 19º Batalhão prenderam um jovem, de 18 anos, e apreenderam um adolescente, de 17, por tráfico ilícito de drogas, na tarde desta quinta-feira (14.3), em Tangará da Serra. Com os suspeitos, foram apreendidas porções de cocaína e maconha.

A equipe policial recebeu uma denúncia sobre dois indivíduos que estavam vendendo drogas em frente a um conjunto de quitinetes. Os militares se deslocaram até o endereço e encontraram um dos suspeitos, que tentou fugir para o interior da residência ao ver a viatura da PM. Na casa, o adolescente também foi encontrado e abordado.

Com eles, foram localizados três porções de cocaína. Já nas buscas pela residência, foram encontrados mais 56 porções de maconha e cocaína, embaladas em um freezer e dentro de uma caixa de videogame, além de uma sacola grande com uma quantidade de skunk (conhecida como supermaconha) e uma quantia em dinheiro.

No local, os militares notaram que uma TV estava escondida. Em relato aos policiais, o suspeito negou ser proprietário. Foi identificado que o aparelho, assim como os celulares encontrados, eram produtos de roubo ou furto. O jovem já possui passagem pelo crime de tráfico de drogas.

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Diante dos fatos, os suspeitos foram conduzidos para a delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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