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Japão em alta: como país virou destino queridinho de brasileiros?

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Japão recebeu mais de 36 milhões de visitantes em 2024 e bateu recorde de turismo.
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Japão recebeu mais de 36 milhões de visitantes em 2024 e bateu recorde de turismo.


Riqueza cultural, tradições milenares, belezas naturais e referência em tecnologia: o  Japão  reúne atributos invejáveis. E, nos últimos anos, tem atraído cada vez mais os olhares do mundo. Prova disso é a alta no que se diz respeito ao turismo.


Em 2024, foram mais de 36 milhões de visitantes ao longo do ano, segundo Organização Nacional de Turismo do país (JNTO). A alta demanda colocou o país como um dos três destinos turísticos mais populares, apenas atrás de Espanha e Estados Unidos, segundo o Fórum Econômico Mundial.

O cenário se repete entre brasileiros: além dos mais de 200 mil vivendo no Japão (a terceira maior comunidade estrangeira do país), o número de turistas do Brasil também é destaque. Em 2024, foi 60% maior do que em 2019, por exemplo.

Tóquio, a capital do Japão, é uma megalópole que combina tradição e modernidade.
Reprodução/Freepik

Tóquio, a capital do Japão, é uma megalópole que combina tradição e modernidade.

Entre os famosos, a ida ao Japão virou quase que tendência. Bruna Marquezine, Marina Ruy Barbosa, Sasha Meneghel e João Guilherme são algumas das personalidades que visitaram o país no último ano.

Mas, afinal, como o Japão tornou-se queridinho dos brasileiros? A primeira motivação que deve ser levada em consideração é a forte presença em mídias sociais. Segundo o Ministério do Turismo, as redes sociais são a principal fonte de informação (47%) para os brasileiros que desejam viajar. 

Não faltam motivos para ir ao Japão

O fim da exigência de visto entre Brasil e Japão também impulsionou o turismo. Desde setembro de 2023, viajantes com passaporte eletrônico válidos com chip podem entrar no país sem a necessidade de solicitação prévia do documento. Segundo a Embaixada do Japão no Brasil, o número de brasileiros que viajaram ao país asiático subiu 60% após a flexibilização das regras.



Vale destacar que a dispensa do visto é válida para estadias de até 90 dias com fins turísticos, visitas a familiares ou participação em eventos. Além disso, a medida é válida até setembro de 2026. Antes, o Japão tinha um dos processos de visto mais burocráticos do mundo.

Além disso, fatores econômicos também tornaram o destino mais atraente. No país, os preços de hospedagem se mantiveram sem grandes mudanças nos últimos anos. A medida é contrária a outros destinos famosos, como Barcelona, Paris e Nova York.

O Monte Fuji é um dos principais atrativos para turistas estrangeiros.
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O Monte Fuji é um dos principais atrativos para turistas estrangeiros.


Por outro lado, quem deseja aproveitar os preços baixos precisa se apressar. Isso porque a prefeitura de Kyoto, antiga capital do país, anunciou que  planeja aumentar os impostos de hospedagem para 2026. Os preços podem chegar até 10.000 ienes (cerca de R$ 388) por noite.

Por isso, especialistas da empresa Viaja que Passa, recomendam garantir a reserva com antecedência: “A escolha da localização pode influenciar diretamente a experiência da viagem”, alerta.

Fonte: Turismo

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Turismo

Chegadas de turistas internacionais no Ceará aumentam 24%

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A posição geográfica privilegiada e o fortalecimento da conectividade aérea vêm impulsionando o turismo internacional no Ceará. Entre janeiro e agosto de 2026, o estado registrou 86.021 chegadas de turistas estrangeiros, crescimento de 23,6% em relação aos 69.623 visitantes que vieram de outros países no mesmo período do ano passado.

Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, o desempenho representa mais recursos circulando na economia e novas oportunidades para os trabalhadores e empreendedores do estado. “Esse crescimento mostra que o Ceará está transformando sua força turística em resultado. São mais estrangeiros ocupando hotéis, consumindo nos restaurantes, contratando passeios e comprando do pequeno empreendedor”, afirma o ministro.

Ele também ressaltou que os números podem ser ainda melhores até o final do ano por conta do início da temporada dos ventos – um dos maiores ativos do estado, que transforma o litoral cearense na capital mundial dos esportes náuticos nesse período.

Com ‘ventos perfeitos’, destinos como Cumbuco, Jericoacoara e Preá atraem velejadores do mundo inteiro para a prática de kitesurf e windsurf.

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“Esse fenômeno natural impulsiona a economia local, lotando a rede hoteleira, movimentando a gastronomia e gerando emprego e renda para as comunidades costeiras”, complementou Feliciano.

A conectividade aérea é um dos fatores decisivos para esse desempenho. Fortaleza vem se consolidando como uma das principais portas de entrada do Nordeste, impulsionada por ligações diretas como a rota Fortaleza-Lisboa. Na alta temporada, a partir de novembro, a operação passará de três para cinco voos semanais, acrescentando milhares de assentos à oferta entre o Ceará e a Europa.

Atualmente, Portugal e França lideram a emissão de turistas estrangeiros para o Ceará, seguidos por Argentina, Itália, Alemanha e Estados Unidos.

Os dados são do Ministério do Turismo, com base em informações da Polícia Federal, e divulgados em parceria com a Embratur.

O crescimento no Ceará acompanha o bom momento do turismo no país. De janeiro a agosto de 2026, o Brasil recebeu 6.451.257 turistas estrangeiros – mesmo patamar do ano passado, que foi recorde.

Apenas em agosto, entraram no país 576.276 visitantes internacionais, o maior número registrado para o mês desde o início da série histórica, em 2009, e mantendo o patamar de 576 mil visitantes registrados no mesmo período do ano passado.

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O país bateu recentemente recorde na movimentação aérea doméstica. De janeiro a julho (último mês divulgado) a Anac contabilizou 59 milhões de passageiros. 

Os gastos de turistas internacionais também atingiram o maior valor da história, segundo o Banco Central. Foram R$ 33,6 bilhões de janeiro a julho (último mês divulgado).

Já o turismo corporativo registrou o maior faturamento da história nos sete primeiros meses de 2026: R$ 8,4 bilhões.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

 

Fonte: Ministério do Turismo

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