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Ex-PM é condenado a 25 anos de prisão por morte de diretora

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O ex-policial militar Edvan de Souza Santos foi condenado a 25 anos e seis meses de prisão pela participação na morte da diretora do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear), Terezinha Silva de Souza, ocorrido no dia 06 de janeiro de 2021.
Na sentença, o juiz da 1ª Vara Criminal de Rondonópolis, Leonardo de Araújo Costa Tumiati. determinou a perda do cargo público de policial militar. À época dos fatos ele atuava no Grupo Especial de Fronteira (Gefron).
De acordo com a promotora de Justiça Substituta Ana Flávia Assis Ribeiro, a pena foi justa e adequada, conforme o esperado pela acusação. O Ministério Público não recorrerá. O réu, que está preso desde 2022 em Chapada dos Guimarães, acompanhou o julgamento por videoconferência da unidade prisional.
De acordo com os autos, a vítima foi morta quando seguia para o trabalho, em uma avenida movimentada no centro de Rondonópolis. As câmeras de segurança registraram o momento do crime. Quando a caminhonete em que Terezinha estava parou no semáforo, dois homens em uma moto pararam ao lado do veículo e efetuaram os tiros. A vítima, que ocupava o banco do passageiro, foi atingida por sete disparos. Conforme o inquérito, Edvan era o piloto que conduziu a moto.
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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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