Turismo

Maior estátua de Cristo do Brasil será inaugurada em abril no RS

Publicado

Maior estátua de Cristo do Brasil é inaugurada em abril no RS
Reprodução/Divulgação

Maior estátua de Cristo do Brasil é inaugurada em abril no RS

No próximo dia 6 de abril, a cidade de Encantado, no Rio Grande do Sul, celebrará a inauguração do Cristo Protetor de Encantado, a maior estátua de Cristo do Brasil. Com 43 metros de altura, a obra supera em 5 metros o icônico Cristo Redentor do Rio de Janeiro. A estrutura, feita em aço e concreto armado, pesa impressionantes 1.712 toneladas e foi esculpida pelo artista Markus Moisés Rocha Moura, que dedicou dois anos à sua construção. As informações são da Prefeitura Municipal.

A iniciativa partiu da Associação Amigos de Cristo de Encantado (AACE), que organizou doações e campanhas de arrecadação para financiar o projeto, sem a utilização de recursos públicos, de acordo com o site oficial do Cristo Protetor de Encantado. 


A inauguração do Cristo Protetor também ressalta a resiliência da população de Encantado, que foi uma das áreas afetadas pelas fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul entre abril e maio do ano passado. 

Enquanto Encantado se prepara para celebrar o Cristo Protetor, outra grande estátua religiosa está em construção no interior de São Paulo. Na cidade de São Miguel Arcanjo, uma escultura de 57 metros de altura, incluindo a base, homenageará São Miguel Arcanjo, o chefe supremo dos anjos segundo a tradição católica. Financiada pela comunidade de fiéis e pela iniciativa privada, a obra promete se tornar um dos maiores monumentos do país.


Fonte: Turismo

Comentários Facebook
Leia mais:  "Trem flutuante" no Japão é o mais rápido do mundo; conheça
publicidade

Turismo

Do doce de cacto ao tucupi negro: Salão do Turismo transforma Fortaleza em uma viagem pelos sabores do Brasil

Publicado

Quem visitou o Salão do Turismo, em Fortaleza, conseguiu viajar pelo Brasil sem sair do Centro de Eventos do Ceará. Bastava seguir o cheiro do café do Espírito Santo, experimentar um doce de cacto da Paraíba, provar uma geleia de torresmo de Santa Catarina ou descobrir aromas amazônicos no estande do Amapá. Ao longo dos três dias de evento, a gastronomia virou uma das principais experiências do Salão.

Realizado pelo Ministério do Turismo (MTur), pela primeira vez no Nordeste, o evento reuniu os 26 estados e o Distrito Federal em uma programação que conectou turismo, cultura, artesanato e sabores regionais.

Sabores com histórias

No estande da Paraíba, um dos produtos que mais despertou curiosidade foi o doce de palma, preparado a partir do cacto usado tradicionalmente na alimentação animal no sertão. Na culinária local, o ingrediente ganhou coco e virou sobremesa típica.

“É algo surpreendente pra quem prova pela primeira vez”, contou José Orlando, interlocutor de turismo de São José de Princesa. O município também apresentou trilhas, restaurantes típicos e experiências ligadas ao turismo rural e quilombola.

No espaço do Amapá, a proposta foi apresentar a chamada “culinária do meio do mundo”, marcada por ingredientes amazônicos e técnicas tradicionais da região. Entre os destaques estavam sobremesas feitas com cumaru, conhecido como a “baunilha da Amazônia”, além de pratos elaborados com tucupi negro, peixes regionais e castanha-do-brasil.

Leia mais:  "Trem flutuante" no Japão é o mais rápido do mundo; conheça

“A floresta nos dá aromas, sabores e cores únicos. A gente trabalha com produtos da região e valoriza técnicas locais”, explicou Sandro Belo, presidente da Abrasel, no Amapá.

Já Santa Catarina apostou em produtos típicos do Vale Europeu, como bala de banana, geleias artesanais, salames italianos e até uma geleia feita à base de torresmo moído, tradição ligada à imigração europeia e à agricultura familiar do estado.

Vitrine nacional para pequenos produtores

No Armazém da Agricultura Familiar, pequenos produtores, de diferentes regiões do país, apresentaram doces, pimentas, queijos, molhos artesanais, cachaças e produtos típicos do Cerrado e do sertão nordestino.

Do Ceará, Katiuce Guerreiro levou produtos de um grupo que trabalha com turismo de base comunitária e sítios arqueológicos. “Quando a gente participa de um evento desse tamanho, o produto deixa de ser conhecido só localmente e passa a ter visibilidade nacional”, afirmou.

Já a Cooperativa Floryá, de Goiás, chamou atenção por causa dos sabores do Cerrado, como molhos artesanais, pastas de baru, mel de flor de laranjeira, cachaças e produtos feitos a partir de ingredientes típicos da região. 

Leia mais:  Belém tem reforço no sinal de internet para a COP30

A história das produtoras também se destacou: formada exclusivamente por mulheres, a iniciativa nasceu durante a pandemia, quando agricultoras da região passaram a enfrentar dificuldades para comercializar os alimentos.

“A gente começou com um delivery de cestas básicas porque tinha produção parada e famílias passando necessidade. Depois, as mulheres perceberam que podiam produzir, vender e conquistar independência financeira”, contou Ana Caroline, gerente de projetos de inclusão da cooperativa.

Salão do Turismo

Realizado pela primeira vez no Nordeste, em Fortaleza, o 10º Salão do Turismo reuniu representantes dos 26 estados e do Distrito Federal em uma programação voltada à promoção de destinos, experiências e negócios. Ao longo de três dias, o evento promoveu palestras, rodadas de negócios, apresentações culturais, espaços gastronômicos e exposições de artesanato, além de debates sobre inovação, sustentabilidade, conectividade aérea, turismo de base comunitária e estratégias para o setor. 

A edição também marcou o fortalecimento das políticas de incentivo ao turismo interno e da integração entre poder público, iniciativa privada e comunidades locais, reforçando o papel do turismo como motor de desenvolvimento econômico, geração de emprego e valorização da diversidade brasileira.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana