O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) intensificou as buscas por um homem de 35 anos, desaparecido há cinco dias na zona rural do município de Luciara (a 1.081,8 km de Cuiabá).
A equipe do 2º Núcleo Bombeiro Militar (2º NBM) foi acionada na segunda-feira (19.5) e se deslocou imediatamente para Luciara, na área conhecida como Jiboia, às margens do Rio Araguaia, em uma região de vegetação do tipo varjão, onde a vítima foi vista pela última vez. Não há informações sob as circunstâncias do desaparecimento.
Para a operação de busca, estão sendo empregados militares especialistas em buscas terrestres, mergulhadores e um binômio (militar com cão de busca e salvamento). As equipes contam com o uso de viaturas, embarcações, drones e aplicativos de georreferenciamento na tentativa de localizar a vítima por terra e água.
As ações de busca ocorrem simultaneamente por via terrestre e aquática, com foco na varredura visual da superfície e no mapeamento de áreas de difícil acesso. Toda essa operação conta com o apoio de familiares, da Polícia Militar e da Polícia Civil.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) embargou uma área do município de Mirassol D´Oeste, por operação de sistema de saneamento clandestino, até que seja promovida a regularização ambiental. Durante a autuação, ocorrida na sexta-feira (17.4), os fiscais identificaram o local da escavação que permitiu a entrada de resíduos sólidos e líquidos brutos no sistema de drenagem pluvial, que deságua no Córrego André. Nesta quarta-feira (22), equipes da Sema voltam ao local para fazer a coleta em vários pontos no córrego para análise em laboratório.
Foi verificado também o descarte de resíduos no local oriundos do serviço de limpa fossa. A ação imediata, requerida pela Promotoria de Justiça da Comarca do município, contou com o auxílio da Polícia Militar Ambiental, por meio da 1ª Companhia Independente de Proteção Ambiental, e Polícia Militar de Mirassol D´Oeste. De acordo com a Sema, a área já havia sido interditada. “A continuidade das atividades em uma área formalmente interditada configura crime de desobediência à ordem administrativa ambiental e reincidência específica, agravando a responsabilidade penal dos envolvidos”, destacou o diretor da Unidade da Sema em Cáceres, Luiz Sergio Garcia.
Segundo ele, o documento e as provas colhidas serão encaminhados ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso e à Delegacia Especializada do Meio Ambiente para apuração no âmbito cível e criminal.
Além da coleta em vários pontos no córrego, será requerido ao município a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), exigido pelo Sema e pelo Ministério Público para reparar danos ambientais, focando na reabilitação do meio físico e biótico (solo, fauna, flora), na qual envolve diagnóstico, ações de revegetação e monitoramento, visando a estabilidade ambiental da área.
A introdução de carga orgânica in natura em sistema clandestino provoca a degradação sistêmica do corpo hídrico, com reflexos diretos no Rio Jauru e na bacia do Rio Paraguai, comprometendo a biodiversidade e a saúde pública regional.
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