Mato Grosso

Seplag divulga práticas públicas selecionadas para última etapa do prêmio Eficiência e Inovação

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) divulgou, nesta terça-feira (3.6), a lista com as 44 práticas públicas selecionadas para a fase final do Prêmio Eficiência e Inovação.

As equipes classificadas farão uma apresentação oral objetiva e presencial (modalidade conhecida como pitch), nos dias 25 e 26 de junho, para a banca julgadora.

As equipes participantes dessa apresentação já são finalistas. Elas disputarão as três primeiras colocações em cada categoria. Das 44 práticas classificadas, 15 serão anunciadas como vencedoras no evento de premiação, previsto para 30 de junho.

Participam dessa última fase 161 servidores, sendo que 14 compõem em mais de um time. Cada categoria classificou 10 práticas, com exceção da subcategoria B1, que teve apenas quatro práticas selecionadas.

Ao todo, 16 órgãos públicos têm práticas finalistas no prêmio.

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) lidera com sete práticas classificadas, seguida da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), com seis. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) tem cinco práticas, e o Departamento Estadual de Trânsito (Detran), quatro.

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Com três práticas cada, estão as secretarias de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e Segurança Pública (Sesp), além da Polícia Judiciária Civil (PJC) e do Mato Grosso Previdência (MTPrev).

Já a Secretaria de Estado de Saúde (SES) e a Polícia Militar (PM) participam com duas práticas cada.

Com uma prática finalista estão a Casa Civil, a Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), o Corpo de Bombeiros Militar (CBM), o Instituto de Defesa Agropecuária (Indea), o MT Participações e Projetos S.A (MTPar) e a Procuradoria Geral do Estado (PGE).

Premiação

Os vencedores do prêmio receberão o selo “Servidor Eficiente e Inovador em Práticas Públicas”, além de passagens aéreas e premiação em dinheiro. Os valores são: R$ 200 mil para o 1º lugar, R$ 170 mil para o 2º lugar e R$ 150 mil para o 3º lugar, em cada categoria.

Na subcategoria B1, os valores são diferentes: R$ 50 mil para o 1º lugar, R$ 30 mil para o 2º e R$ 20 mil para o 3º colocado.

Em anexo, confira o regulamento que orienta as apresentações. Saiba mais, acesse o site do Sinova aqui.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Programa do Governo de MT vai fomentar a industrialização do algodão em pluma produzido no Estado

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Mato Grosso se consolidou ao longo dos últimos anos como um gigante global na produção de algodão em pluma, sendo responsável por mais de 70% da produção brasileira. Agora, o Governo do Estado deu mais um passo para ampliar a participação do setor na economia estadual ao lançar, nesta quarta-feira (27.5), o Programa de Verticalização da Indústria Têxtil, iniciativa voltada ao fortalecimento da industrialização do algodão dentro do próprio estado.

O lançamento ocorreu no Palácio Paiaguás, no auditório Garcia Neto, e contou com a presença do governador Otaviano Pivetta, do secretário de Fazenda (Sefaz), Fábio Pimenta, da secretária de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Mayran Beckman e do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Durante o evento, foi assinado o decreto que institui o programa.

“Estamos criando condições para quem queira produzir. Nós queremos que a indústria tenha Mato Grosso como um porto seguro para investimentos e que nosso povo tenha renda e empregos de qualidade”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.

O programa consiste em transformar, dentro do próprio estado, o algodão em pluma produzido no campo em produtos industrializados, como fios, tecidos, malhas e confecções, agregando valor à economia local. Na prática, os produtores poderão transferir para as indústrias créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) acumulados ao longo da cadeia produtiva. Já as indústrias poderão utilizar esses valores para reduzir parte do imposto devido nas operações, diminuindo custos de produção e aumentando a competitividade do setor.

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Segundo o secretário de Fazenda, Fábio Pimenta, a iniciativa busca consolidar Mato Grosso não apenas como referência na produção agrícola, mas também na indústria têxtil. Atualmente, embora lidere a produção nacional de algodão, Mato Grosso ainda possui baixa capacidade de industrialização da matéria-prima.

“Estamos criando uma conexão direta entre o produtor e a indústria, garantindo mais competitividade para o setor têxtil de Mato Grosso. Com isso, conseguimos fortalecer a industrialização do algodão dentro do Estado, ampliar investimentos e gerar empregos”, destacou o secretário.

Para os produtores rurais, o programa cria novas possibilidades de mercado e maior integração com a indústria local. Já para o setor industrial, a expectativa é ampliar a competitividade e criar um ambiente mais favorável à expansão das empresas já instaladas e à atração de novos investimentos. Além disso, o programa também deve impulsionar a geração de empregos, aumentar a circulação de renda nos municípios e estimular o desenvolvimento econômico regional.

Para a secretária de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o programa representa um passo importante para ampliar a industrialização da produção mato-grossense e fortalecer a geração de empregos no estado.

“Temos urgência em transformar o algodão em produto dentro do nosso estado e oportunizar a geração de emprego e renda. O que estamos fazendo hoje é extremamente representativo para o setor têxtil e para Mato Grosso. É um passo que está sendo dado e certamente, em breve, nós estaremos aqui falando sobre todos os ganhos que estão acontecendo dentro dos programas governamentais para industrializar nossa produção”, afirmou.

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O programa de verticalização se soma a outros incentivos e políticas já implementados pelo Governo de Mato Grosso voltados à competitividade da indústria. Entre eles estão a isenção do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) sobre o algodão destinado à indústria de fiação mato-grossense e os incentivos concedidos pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic).

Atualmente, não há incidência do Fethab sobre a saída da pluma destinada exclusivamente à indústria de fiação instalada no estado. A medida reduz o custo de aquisição da matéria-prima e fortalece a competitividade da produção local.

Em relação ao Prodeic, o Governo do Estado aplica redução do ICMS para a indústria têxtil, permitindo que a carga tributária efetiva seja reduzida para 1,2% nas operações interestaduais e de 2,55% a 3,4% nas operações internas.

Acompanharam o lançamento do programa o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Dimorvan Brescancim, o secretário adjunto da Receita Pública, Lucas Elmo, o secretário adjunto de Indústria, Comércio e Empreendedorismo, Anderson Lombardi, o ex-senador Cidinho Santos, o prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, além de representantes de associações, federações, sindicatos, cooperativas e indústrias do setor têxtil e da cadeia produtiva do algodão em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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