Cuiabá

Alex Rodrigues promove encontro na Câmara em defesa da permanência da Santa Casa

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Da Assessoria – Vereador Alex Rodrigues
A Câmara Municipal de Cuiabá foi palco, nesta quinta-feira (12), de um importante ato em defesa da saúde pública. O vereador Alex Rodrigues (PV) promoveu um encontro durante o Pequeno Expediente e levou à tribuna dois profissionais da saúde — o Dr. Paulo Cesar de Figueiredo e o Dr. Francisco Pereira — para falarem diretamente aos parlamentares e à sociedade sobre a importância do Hospital Estadual Santa Casa.
Com discursos contundentes e baseados na vivência diária dentro da unidade, os médicos reforçaram a necessidade de impedir qualquer tentativa de desativação do hospital. Eles destacaram que quem convive com a rotina da Santa Casa conhece de perto os desafios enfrentados e, mesmo diante das dificuldades, continua se dedicando para garantir atendimento digno à população.
“A luta é por um bem maior”, afirmou o vereador Alex Rodrigues. “Não podemos permitir que uma unidade de tamanha relevância seja desativada. Estamos falando de um hospital que atende pacientes de todo o estado, com especialidades que muitas vezes não estão disponíveis em outras cidades.”
O Hospital Estadual Santa Casa foi criado em 2019, a partir de uma requisição administrativa feita pelo Governo do Estado de Mato Grosso, após o fechamento da Santa Casa Beneficente de Cuiabá — unidade filantrópica — em decorrência de uma grave crise financeira. Desde então, tornou-se o primeiro hospital administrado diretamente pelo Estado na capital.
Entre 2019 e 2025, a unidade se consolidou como referência em atendimentos de média e alta complexidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Possui um moderno pronto atendimento pediátrico e oferece diversas especialidades médicas, como cardiologia, neurologia, oncologia clínica e pediátrica, psiquiatria, cirurgia geral e vascular, entre outras.
A Santa Casa é especialmente fundamental para pacientes oncológicos — inclusive crianças — que já enfrentam um tratamento exaustivo. Sem a unidade, seriam obrigados a buscar atendimento fora do domicílio, arcando com altos custos diários e sobrecarregando outras estruturas de saúde.
O encerramento das atividades da Santa Casa significaria, na prática, fechar as portas para milhares de mato-grossenses que dependem do SUS para sobreviver. Por isso, o vereador Alex Rodrigues reforçou seu compromisso de seguir lutando pela permanência e valorização do hospital.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Simininas aprendem Libras e violão em aulas que unem música e inclusão

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As meninas do Programa Siminina, da unidade Jardim Santa Isabel, em Cuiabá, estão aprendendo que a música também pode ser uma ferramenta inclusiva. Durante as aulas ministradas pela professora de música Maria Rosa de Andrade, carinhosamente conhecida como Tia Rosinha, as participantes têm contato com a Língua Brasileira de Sinais e com o violão.

Nas atividades de Libras, as meninas aprendem sinais usados em situações do dia a dia, como cumprimentar, agradecer e pedir licença. A aula também utiliza músicas infantis de forma lúdica como “O Caderno”, “Baleia” e “Patinho Colorido” para ensinar sinais, dentro da proposta de música-terapia.

Para Sophia Ester, aprender Libras é importante para ampliar a comunicação e a convivência com pessoas surdas. Ela conta que já teve contato com a língua durante um evento voltado à comunidade surda e que conseguiu se comunicar com participantes. Na aula do Siminina, ela já aprendeu sinais como “oi”, “com licença” e “obrigada”, além dos sinais dos animais.

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“Acho importante as pessoas também aprenderem Libras. Eu aprendi bater palmas assim”, disse Sophia, erguendo as duas mãos com as palmas voltadas para a frente ou para cima, agitando os dedos e movimentando os punhos levemente ao lado da cabeça.

Nas aulas de violão as meninas aprendem notas musicais e acordes, como dó maior e sol maior, além de exercícios para desenvolver a prática do instrumento, momento que é uma alusão a inclusão a todos os momentos.

Sonhando em seguir carreira, a aluna Milena Gabriela conta que começou como iniciante e, com o tempo, foi ganhando confiança para tocar. Segundo ela, hoje, já consegue executar uma música utilizando três notas no violão. “Eu tenho um sonho de ser cantora, tocar violão, viajar pelo país pelas minhas músicas. Quando eu fazer sucesso vou falar: Foi lá no Siminina que eu comecei”, contou.

Para a professora Tia Rosinha, as atividades utilizam a música como instrumento de aprendizagem e inclusão social. Segundo ela, as aulas trabalham canções da Música Popular Brasileira (MPB) e músicas infantis adaptadas para o aprendizado de Libras. “É muito gratificante mostrar para elas a grande importância da Libras e da inclusão. A música nos permite trabalhar a comunicação, a expressão e a convivência”, destacou a professora.

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O Programa Siminina, vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, atende atualmente 1.402 meninas, entre 6 e 14 anos, em situação de vulnerabilidade, distribuídas em 18 unidades na capital. Além de aulas de canto e Libras, as meninas participam de aulas de balé, oficinas de matemática, práticas esportivas, rodas de conversa, palestras e apresentações, contribuindo para o desenvolvimento social, educacional e emocional de crianças e adolescentes no contraturno escolar.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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