A Polícia Civil cumpre, na manhã desta terça-feira (17.6), 280 ordens judiciais na Operação Joia Rara, deflagrada pela Delegacia de Guarantã do Norte com foco na desarticulação das atividades de uma facção criminosa envolvida em crimes em diversas cidades de Mato Grosso.
Dentre as ordens judiciais são cumpridos na operação, 60 mandados de prisão temporária, 14 mandados de prisão preventiva, 54 mandados de busca e apreensão domiciliar, além de outras medidas cautelares diversas, expedidas pela 5ª Vara do Crime Organizado de Sinop e pela Vara Única de Guarantã do Norte.
Foram mobilizados para a operação 240 policiais civis de todo o estado, que cumprem os mandados simultaneamente nas cidades de Guarantã do Norte, Novo Mundo, Alta Floresta, Sinop e Cuiabá. Treze lideranças da facção se encontram reclusas em presídios de Peixoto de Azevedo e Sinop, onde terão novos mandados de prisão cumpridos.
Entre os crimes investigados estão organização criminosa, tráfico de drogas e associação para o tráfico.
As investigações iniciadas há cerca de um ano pela Delegacia de Guarantã do Norte, sob a coordenação do delegado Waner dos Santos Neves, mapearam a atuação da facção, principalmente nas cidades de Guarantã do Norte e Novo Mundo, onde concentravam as atividades ilícitas do grupo criminoso.
A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado.
“As investigações apontaram a capilaridade da rede criminosa e a extensão do trabalho investigativo da Polícia Civil. A operação representa um marco na luta contra o crime organizado na região, visando trazer mais segurança e tranquilidade à população mato-grossense”, disse o delegado.
Novas informações sobre o balanço das prisões e apreensões deverão ser divulgadas ao longo do dia, à medida que a operação avança nas diferentes localidades.
Aproximadamente 400 quilos de entorpecentes, apreendidos durante ações e investigações conduzidas pelas forças de segurança em Alto Garças e região, foram destruídos pela Polícia Civil, na quinta-feira (25.6), na fornalha de uma empresa no município.
Entre as drogas destruídas, a maior parte era composta por skunk, conhecida como a “supermaconha”, e pasta base de cocaína. Os entorpecentes foram apreendidos em diferentes ocorrências e permaneceram sob custódia até a autorização judicial para sua destruição.
A incineração seguiu todos os protocolos legais e de segurança, e contou com o acompanhamento de representantes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), garantindo a regularidade e a transparência do procedimento.
A destruição dos entorpecentes representa a etapa final do trabalho desenvolvido pelas forças de segurança no enfrentamento ao tráfico de drogas, retirando definitivamente de circulação substâncias ilícitas e reforçando o compromisso da Polícia Civil com a repressão ao crime organizado e a promoção da segurança da população.
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