Mato Grosso

Hospital Metropolitano realiza 25 cirurgias em mutirão neste sábado (28)

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O Hospital Metropolitano, mantido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) em Várzea Grande, promove um mutirão neste sábado (28.6), a partir das 7h, para atender 25 pacientes que precisam de cirurgias gerais.

Serão realizados 20 procedimentos de colecistectomia (retirada de vesícula), três de hernioplastias (hérnia) e dois de exérese de cisto dermoide (retirada de cisto sebáceo).

“Esse já é o sexto mutirão de cirurgias que o Hospital Metropolitano promove neste ano para atender os pacientes com agilidade e eficiência. Já foram realizadas 154 operações nessas ações de mutirão, em um esforço coletivo da equipe para melhorar a vida dos cidadãos mato-grossenses”, informou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

O mutirão deste sábado vai atender pacientes de Alto Paraguai, Arenápolis, Aripuanã, Colíder, Colniza, Cuiabá, Figueirópolis d´Oeste, Juara, Juína, Juruena, Nossa Senhora do Livramento, Pontes e Lacerda, São José do Rio Claro, Sinop e Várzea Grande. Todos os cidadãos atendidos aguardavam por cirurgias via Sistema de Regulação.

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Eles têm idades entre 31 e 91 anos, passaram por consultas com o cirurgião geral do hospital e realizaram os exames necessários para estarem aptos para o procedimento. A equipe que trabalhará na ação é composta por cinco médicos cirurgiões e cinco médicos residentes, quatro anestesistas, 10 técnicos de enfermagem e dois enfermeiros.

Segundo a diretora do Hospital Metropolitano, Cristiane de Oliveira, essas são cirurgias rápidas e que não demandam tempo prolongado de internação. Além disso, todos os procedimentos de retirada de vesícula serão feitos via videolaparacospia.

“Esse é um procedimento cirúrgico com o uso de câmera, mais moderno e menos invasivo, por utilizar pequenas incisões na pele do paciente para inserir os instrumentos e não ser necessário um corte maior, como em uma cirurgia tradicional. Assim, a recuperação é muito mais rápida, com menos dor e risco de infecção, e com cicatrizes menores também”, explicou Cristiane.

A diretora ainda ressaltou a importância de os pacientes manterem o cadastro do Sistema Único de Saúde (SUS) atualizado para que, quando contemplados com a cirurgia, possam ser contactados pelo hospital sem dificuldades.

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O Hospital Metropolitano conta com 239 leitos operacionais, sendo 178 leitos de enfermaria, 50 leitos de UTI, 5 leitos de Recuperação Pós-Anestésica (RPA) e 6 leitos de estabilização, além de 5 salas cirúrgicas e 14 consultórios. A unidade tem perfil cirúrgico e é referência em ortopedia, traumatologia, cirurgia bariátrica, neurocirurgia, urologia, vascular e cirurgia geral.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande

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O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.

Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.

“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.

O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.

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Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.

Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.

“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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