Policia Federal

Polícia Federal combate mineração ilegal de ouro na Bahia

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Salvador/BA. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (1/7), a Operação Despesca II, com o objetivo de cumprir mandados judiciais decorrentes de investigação sobre mineração ilegal de ouro, no município de Santaluz/BA.

A ação é um desdobramento da Operação Insistência, realizada em dezembro de 2023, ocasião em que foram cumpridos mandados de busca e apreensão em um conjunto de garimpos localizados em uma fazenda no povoado de Serra Branca, além do endereço residencial do atual proprietário da área.

Nesta nova fase da investigação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em imóveis residenciais de investigados, em empresas a eles vinculadas e em uma propriedade rural onde foi instalada uma nova planta para extração de ouro, a partir de “rejeitos” de minério oriundos de garimpos ilegais, em Serra Branca.

As investigações apontam que os suspeitos reiteraram a prática criminosa, transferindo as piscinas de cianetação para outro local com o intuito de dissimular a continuidade da atividade ilícita e dificultar a fiscalização ambiental.

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A lixiviação era feita com o uso indevido de cianeto de potássio ou cianeto de sódio, substâncias altamente tóxicas e de uso controlado pelo Ministério do Exército. A manipulação irregular desses compostos representa grave risco à saúde humana e ao meio ambiente.

Os investigados poderão responder pelos seguintes crimes de usurpação de bens da União; associação criminosa; posse de artefato explosivo; extração ilegal de recursos minerais e uso e armazenamento irregular de substância tóxica, perigosa ou nociva.

Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
WhatsApp: (71) 3319-6002

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF prende três pessoas em flagrante por suspeita de compra de votos

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Palmas/TO. A Polícia Federal realizou, neste sábado (03/10), a prisão em flagrante de três pessoas investigadas pela suposta prática do crime de corrupção eleitoral no município de Gurupi/TO.

Foram presos o suposto responsável pelo repasse dos valores e duas eleitoras que teriam recebido valores em troca do compromisso de voto. Apurou-se que o indivíduo teria oferecido e entregue vantagem pecuniária às duas eleitoras, com a finalidade de obter votos em favor de candidato nas Eleições Gerais de 2026.

A investigação prosseguirá com o objetivo de esclarecer todas as circunstâncias dos fatos, incluindo a eventual participação de outras pessoas e a origem dos recursos empregados, além de reunir elementos probatórios para a completa elucidação do crime.

Os envolvidos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelo crime de corrupção eleitoral, previsto no Código Eleitoral, que consiste em dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber vantagem com a finalidade de obter ou dar voto, cuja pena pode chegar a quatro anos de reclusão e pagamento de multa.

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Comunicação Social da Polícia Federal no Tocantins

Fonte: Polícia Federal

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