Policia Federal

PF combate garimpo ilegal em terra indígena no Mato Grosso

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Cáceres/MT. A Polícia Federal realizou ao longo da semana a Operação Rio Verde, com o objetivo de reprimir crimes ambientais e à ordem econômica praticados no interior da Terra Indígena Sararé, no Mato Grosso.

Na ocasião, a ação foi combater a extração ilegal de ouro e a desintrusão de áreas atingidas pelos garimpeiros, bem como inutilizar instrumentos e maquinários empregados na atividade de garimpagem ilegal.  A operação contou com policiais federais do Grupo de Pronta Intervenção da Superintendência da PF em Mato Grosso e da Diretoria da Amazônia da PF.

Durante as ações relativas à repressão à extração ilegal de minério foram inutilizadas escavadeiras hidráulicas, diversos motores estacionários e geradores de energia e estruturas de utilizadas pelos garimpeiros ilegais.

Caberá a Polícia Federal identificar os proprietários desses maquinários, para esclarecer sua participação nos crimes reprimidos, a fim de que sejam responsabilizados penal e administrativamente.

Após o encerramento das atividades em campo, todos os abordados serão qualificados e encaminhados ao Ibama para autuação administrativa. Na Polícia Federal será dada continuidade à investigação, cujo escopo é identificar os financiadores das atividades ilegais.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso
(65) 99218-6164

[email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF institui grupo de combate à manipulação de resultados esportivos e jogos ilegais

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Brasília/DF – A Polícia Federal instituiu, na terça-feira (12/5), o Grupo de Investigação para Repressão à Manipulação de Resultados Esportivos, Fraudes em Apostas e Crimes Correlatos (Base Apostas), subordinado à Coordenação-Geral de Repressão à Corrupção, Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro.

A nova estrutura terá como foco prioritário a prevenção e a repressão à lavagem de dinheiro, a recuperação de ativos e o enfrentamento de organizações criminosas envolvidas em manipulação de competições esportivas, fraudes em apostas de quota fixa, corrupção privada, estelionato e demais delitos correlatos.

Além disso, a Base Apostas atuará de forma integrada com unidades especializadas da PF e contará com recursos investigativos avançados, análise estratégica de dados e cooperação nacional e internacional.

O trabalho terá como diretrizes a identificação e a responsabilização de lideranças criminosas, intermediários financeiros, apostadores estratégicos e agentes esportivos envolvidos em esquemas ilícitos, além da recuperação de ativos e do enfrentamento à lavagem de dinheiro decorrente dessas práticas.

A iniciativa reforça o compromisso da PF com a proteção da integridade esportiva, a repressão qualificada ao crime organizado e o fortalecimento dos mecanismos de combate às fraudes que impactam o mercado regulado de apostas e a confiança pública nas competições esportivas.

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Também merece destaque a possibilidade de cooperação policial internacional e articulação com órgãos reguladores, entidades esportivas e operadores legalmente autorizados. A manipulação de resultados é um fenômeno transnacional, frequentemente associado a organizações criminosas com atuação em diferentes países e forte capacidade financeira. Ações coordenadas e integradas são fundamentais para garantir eficiência no combate a essas práticas.

Previsão

A Base Apostas terá caráter institucional e inicialmente funcionará pelo prazo de um ano, podendo ser prorrogada conforme avaliação da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção.

A estrutura será composta por policiais especializados em inteligência financeira, análise de dados, recuperação de ativos, monitoramento de plataformas digitais e investigação de organizações criminosas relacionadas ao ecossistema de apostas esportivas.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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