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PF e Exército Brasileiro prendem indígena por tráfico internacional de armas

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Oiapoque/AP. A Polícia Federal, em ação conjunta com o Exército Brasileiro no âmbito da Operação Ágata, prendeu em flagrante, na madrugada desta terça-feira (8/7), um homem por tráfico internacional de munições no município de Oiapoque/AP.

A prisão ocorreu após militares do Exército abordarem uma embarcação no Rio Oiapoque, onde foram localizados 500 cartuchos de munição calibre 12. O suspeito, de origem indígena, assumiu a propriedade do material e, em depoimento à Polícia Federal, declarou ter adquirido as munições em Caiena, na Guiana Francesa, com a intenção de entregá-las a um terceiro no estado do Amapá.

Após a lavratura do auto de prisão, o homem foi encaminhado à Polícia Científica para exame de corpo de delito e, em seguida, ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça para audiência de custódia.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
Instagram: @pfamapa

 

Fonte: Polícia Federal

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Nota à imprensa

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Brasília/DF. A Polícia Federal informa que encaminhou, na manhã deste domingo (13/9), ao Supremo Tribunal Federal, resposta ao despacho do ministro Edson Fachin, no âmbito da PET 16.704/DF, referente à custódia e ao estado do material extraído do aparelho celular apreendido de Daniel Bueno Vorcaro.

Em resposta ao STF, a Polícia Federal esclareceu que o material original permanece integralmente nas dependências da instituição, dentro de cadeia de custódia formalmente documentada, com os respectivos lacres íntegros e mecanismos de verificação de integridade digital.

A PF esclareceu, ainda, que a cópia dos dados extraídos encaminhada ao gabinete do ministro André Mendonça, em março deste ano, não corresponde ao material original, que jamais deixou a custódia da instituição. O envio daquela cópia ocorreu mediante solicitação do próprio gabinete, conforme documentação constante do processo administrativo correspondente.

Por fim, a Polícia Federal informou que dispõe de plenas condições técnicas para produzir e encaminhar cópia idêntica da extração aos demais gabinetes que a solicitaram, observadas as determinações da Corte e as cautelas de sigilo aplicáveis.

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A instituição reafirmou seu compromisso com a preservação da cadeia de custódia, a estrita observância do devido processo legal e se colocou à disposição do Supremo Tribunal Federal para a prestação de quaisquer esclarecimentos complementares, bem como para eventual verificação da integridade do conteúdo custodiado.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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