Cuiabá

Presidente do CAU/MT assume o IPDU de Cuiabá

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A arquiteta e urbanista Elisangela Fernandes Bokorni assume como adjunta de Planejamento Urbano da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano de Cuiabá, conforme publicação na Gazeta Municipal do dia 17 deste mês.

Lise Bokorni, como é conhecida, é formada pela Universidade Federal de Mato Grosso desde 2002 e pós-graduada em Urbanismo e o Futuro das Cidades: Planejamento Inteligente e Impactos Socioambientais, pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), tendo concluído este ano.

Exerce a presidência do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/MT) desde 2024, com mandato até 2026. Mesmo estando à frente do IPDU de Cuiabá, conciliará com a atividade no CAU.

Ela tem experiência reconhecida no mercado de trabalho em projetos residenciais, corporativos e de urbanismo. Entre eles, destacam-se o Florais dos Lagos, residências no Florais Cuiabá e no Lago do Manso, além de reformas de apartamentos de alto padrão, escritórios de advocacia, médicos e de contabilidade, interiores da OAB-MT, entre outros.

Em urbanismo, destaca-se um loteamento em Chapada dos Guimarães (MT) e o Parque Aquático Chapada Park.

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O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, José Afonso Portocarrero, ressaltou a experiência e a expectativa com a profissional integrada à equipe. “É uma arquiteta conhecida pelo trabalho, pela dinâmica, participou da gestão anterior do CAU-MT e agora é presidente. Ela tem essa tarefa, essa responsabilidade também de conduzir a política dos arquitetos no Estado de Mato Grosso e na interação com o CAU/BR, lá em Brasília, um trabalho que ela vai continuar fazendo”, explicou.

DESAFIO

Portocarrero disse que será mais um desafio, não só para Elisangela Bokorni, mas para todos da Secretaria de Meio Ambiente, que atuarão na proposta de fortalecer o planejamento da cidade. Considera que, por longos anos, o planejamento urbano perdeu velocidade para o dia a dia. Ou seja, a cidade cresceu mais do que tinha capacidade de planejar algumas das ações. O planejamento feito há 30 anos não teve a continuidade que deveria.

“Além da responsabilidade, é uma satisfação vê-la poder substituir o professor José Antônio Lemos, que é um nome mais conhecido, fundador de toda essa estrutura do planejamento da cidade. É uma das pessoas mais ativas entre os arquitetos brasileiros, assina o planejamento, escreve, faz crítica de arquitetura. Então, a Lise Bokorni também assume uma posição importante nesse desenho da cidade daqui para frente”, frisou Portocarrero.

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#PraCegoVer

A foto mostra a secretária Lise Bokorni em ambiente de trabalho na Prefeitura de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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