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Estabelecimentos comerciais são alvo de operação da Polícia Civil para apurar denúncias de fraudes no registro de energia

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, deflagrou na quinta-feira (25.7), a terceira fase da Operação Curto-circuito, com o objetivo de apurar denúncias e reiteração criminosa de fraudes envolvendo o registro de consumo de energia elétrica na cidade.

Entre os alvos nesta fase da operação estão uma distribuidora e um borracharia e lava-jato que somam um débito de mais de R$ 310 mil, junto a empresa fornecedora de enregia e um mercado que tem um débito superior a R$ 101 mil.

Durante os trabalhos, duas pessoas responsáveis pelos estabelecimentos foram presas em flagrante pelos crimes de estelionato e furto qualificado em medidor de energia elétrica.

Entre os presos, estão uma mulher de 54 anos, proprietária de um mercado no bairro Primavera, autuada em flagrante por estelionato e um homem de 34 anos, dono de uma distribuidora, de uma borracharia e de um lava jato, que responderá pelos crimes de estelionato e furto qualificado.

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O delegado responsável pela operação, Ruy Peral, destaca que a ação visa reduzir o prejuízo financeiro à concessionária e ao próprio Estado de Mato Grosso.

“O popular ‘gato de energia’ sobrecarrega a rede elétrica, que pode causar gerar danos materiais e integridade física do cidadão, seja por conta de quedas de energia, risco de choque elétrico, curto-circuito e incêndio”.

Outras fases da operação serão realizadas em breve a fim de identificar fraudes envolvendo o consumo de energia elétrica na cidade de Várzea Grande.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil incinera 400 quilos de entorpecentes apreendidos na região de Alto Garças

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Aproximadamente 400 quilos de entorpecentes, apreendidos durante ações e investigações conduzidas pelas forças de segurança em Alto Garças e região, foram destruídos pela Polícia Civil, na quinta-feira (25.6), na fornalha de uma empresa no município.

Entre as drogas destruídas, a maior parte era composta por skunk, conhecida como a “supermaconha”, e pasta base de cocaína. Os entorpecentes foram apreendidos em diferentes ocorrências e permaneceram sob custódia até a autorização judicial para sua destruição.

A incineração seguiu todos os protocolos legais e de segurança, e contou com o acompanhamento de representantes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), garantindo a regularidade e a transparência do procedimento.

A destruição dos entorpecentes representa a etapa final do trabalho desenvolvido pelas forças de segurança no enfrentamento ao tráfico de drogas, retirando definitivamente de circulação substâncias ilícitas e reforçando o compromisso da Polícia Civil com a repressão ao crime organizado e a promoção da segurança da população.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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